VISITA A UMA AMIGA

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Dia: Quarta-feira, Junho de 2015.

Horário: 20h00

Local: Hospital – São Paulo – SP

 

Já era tarde naquela quarta-feira, me preparava para ir para casa quando recebi uma ligação.

O esposo de uma amiga me ligara e me passava a triste notícia de que sua mulher estava internada no hospital com câncer já avançado. Após me recuperar do baque da notícia, ele me explicou por que demorara para avisar os amigos.

Sara era uma mulher madura, já nos seu 68 anos, batalhadora como poucos com quem tive a oportunidade de conviver. Possuía 5 diplomas universitários, um patrimônio para se viver confortável por no mínimo duas vidas. Materialista e convicta de suas crenças anti- espiritualistas, levou sua vida regada a muitos vícios, trabalhos e cigarros em excesso, e sempre guardando dinheiro, se privando muitas vezes de alguns prazeres, para que não faltasse no futuro.

Após ouvir toda narrativa de Josué sobre as condições de sua esposa Sara, me coloquei a disposição para visitá-la naquele mesmo dia. Terminei de fechar o escritório e me pus a caminho do hospital.

Enquanto me dirigia ao quarto, mil coisas se passavam em minha mente, o câncer é sempre uma notícia impactante na vida da gente.

Cheguei ao quarto 512, bati levemente na porta e entrei.

Sara estava sentada na cadeira do quarto tomando soro, estava bem abatida, já não tinha cabelos em função das várias aplicações de quimioterapia.

Embora feliz em me ver, uma tristeza desesperadora se abatia sobre ela, sentei a sua frente e nessa hora pude observar 3 obsessores conectados a sua mente, em função do baixo padrão de pensamento. Pensamentos terríveis passavam por sua mente, e a troca fluídica entre ela e os tristes espíritos iam ganhando força. Sempre que chorava  a troca fluídica aumentava. Eles olhavam para mim, pois sabiam que eu os podia ver, mas como não representava ameaça continuavam a vampirizar Sara.

Tentei por diversas vezes conversar com ela para que ela mudasse os padrões de pensamento, e afastasse-os de vez, mas ela sempre falava:

– Ah lá vem você de novo, com esse negócio de espírito, isso é coisa de gente que não tem o que fazer…

Pensei em dar um passe magnético para eles irem embora, mas logo retornariam. Por isso a importância de não só limpar, mas conscientizar as pessoas a terem pensamentos e hábitos sadios.

Nesse momento entra no quarto Ligia, uma grande amiga de Sara que por sinal é frequentadora de uma Casa Espírita tradicional de São Paulo.

Após algumas conversas, Ligia pergunta se pode dar um passe na querida amiga. Sara olha para mim com cara de deboche, dá uma risadinha mas permite o tal passe, deve ter pensado que se não aceitasse a amiga ficaria triste.

Quando Ligia começou a fazer a prece, entrou uma equipe de espíritos no quarto, lembro de ver que o espírito de uma moça loira que coordenava o trabalho, entrei em contato mentalmente com ela e ela me disse que fazia parte de uma equipe que atua em hospitais, para trazer consolo e força a pacientes e familiares, que passam por situações de doenças.

Quando Ligia começou a prece, eles vieram em apoio pela Luz que era emanada do quarto.

O que me faz lembrar da passagem de Jesus:

“Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles”

Mateus 18:20

O céu não desampara, está sempre disponível mesmo que não possamos perceber.

A oração e o passe terminaram e a equipe se retirou, Ligia e eu nos despedimos e fomos para casa em prece pedindo apoio a Sara e a família.

No caminho refleti bastante sobre o aprendizado, o quanto devemos ser responsáveis por nossas atitudes, pensamentos e ações.

Acreditar em Deus mesmo quando tudo parece estar errado.

Sara veio a falecer alguns meses depois decorrente do câncer de pulmão.

Foi um desencarne muito difícil, estive lá 30 minutos depois do ocorrido, mas essa história deixo para outra oportunidade, pois é uma lição a parte sobre conduta de vida, desapego e fé.

Gratidão a todos pela oportunidade.

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ATENDIMENTO COM AUXÍLIO DE EXTRATERRESTRES

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Dia: 19 de Julho de 2014

Horário: 19h40

Local: Atendimento extra fora do horário normal da reunião – São Paulo – SP

 

10h30 – A reunião habitual de sábado terminara, todos ainda em clima de excitação e ansiosos para trocar experiências entre os participantes quando o telefone toca.

Era Djair, um amigo muito querido da nossa dirigente, que por vezes sumia sem dar notícia e aparecia depois de meses como se nada tivesse acontecido.

Djair é uma pessoa fantástica, homem de sessenta e poucos anos, solteiro, cheio de manias e ama sua profissão de taxista. Durante muitos anos Djair era um trabalhador assíduo do centro, mas após seu pai falecer, ficou descrente do espiritismo, e se afastou, embora todos nós tentássemos ajudar ele permaneceu irredutível, vinha nos visitar uma ou duas vezes por ano.

Nessa última ligação, porém, a notícia que trazia não era das melhores, estava com problemas de saúde, um dos rins já não funcionava e o outro estava comprometido, fora o stress mental em função do trabalho de taxista em dois turnos vivia a base de remédios para dormir.

Após alguns minutos de conversa, nossa Dirigente explica a situação e nos comunica que ele precisava de ajuda, infelizmente só poderia chegar às 18h00. Ela nos pergunta se estaríamos disponível para  trabalhar esse horário. Djair é daquele tipo de pessoa que não acredita na espiritualidade, mas quando a coisa aperta, vai atrás.

Eu me coloquei disponível para o trabalho. O marido da dirigente, Wilson, chegaria ao mesmo horário de Djair e como sempre se prontificou para o trabalho. Estamos pronto para ajudar e ficamos preparados para qualquer tipo de surpresa que pudesse acontecer.

19h00 – Nada de Djair, nenhuma surpresa para quem já o conhecia, famoso por suas longas conversas e também pela sua falta de pontualidade.

19h20 – Djair toca a campainha, após uma breve e perturbadora conversa descobrimos que o médico havia lhe dado mais 6 meses de vida A história já começava a ficar difícil. Após todos os preparativos começamos o trabalho…

atendimento-ET-5Wilson após a prece inicial incorporou um espírito de extraterrestre, uma característica de sua mediunidade é ter sintonia com esses Seres Nesta noite, em particular, vinha um ser que nunca tinha visto antes, era uma das formas astrais mais lindas e interessantes que já tinha tido a oportunidade de ver. Era um Ser formado por códigos e impulsos eletromagnéticos que percorriam todo seu corpo lembrando o filme Matrix. Ele possuía nos locais dos Chakras estrelas que enviavam de forma viva códigos para todo seu corpo astral, um show de luzes para quem podia ver através da clarividência.

atendimento-ET-2Foi pedido a Djair  a deitar no sofá, enquanto ele fechava os olhos e relaxava Wilson em sintonia com o E.T. começava o processo. A primeira coisa que fez foi expandir uma cópia do cérebro de Djair em uma espécie de holograma sob sua cabeça. Pude perceber nesse holograma, que várias parte do cérebro de Djair estavam apagadas, ao lado surgiu um tubo de luz com um código de DNA Com as mãos o Extraterrestre  movimentava alguns diagramas com formas hexagonais que lembravam membranas celulares, O Extraterrestre me perguntava mentalmente se eu estava o acompanhando, eu estava mais assustado do que presenciando, pois era fora do que eu chamo de padrão de trabalho mediúnico. Djair nessa hora se encontrava totalmente dormindo profundamente no sofá, ressaltando que ele nunca havia sentido absolutamente nada durante todos os anos de trabalho no centro.

atendimento-ET-3Após alguns minutos, todo esse esquema de códigos, DNA e luzes foram se incorporando ao perispirtito de Djair.

Após o trabalho o espírito desapareceu, encerramos  e agradecemos a ajuda do mentor Extraterrestre.

Djair continuava dormindo, tentamos acordá-lo, mas ele parecida sedado, após 5 minutos ele acordou mas não conseguia se mover e não sentia as pernas e estava sonolento. Nosso amigo Djair foi voltar a estar em condições de dirigir apenas as 0:30hs.

Ele disse que sentiu como se tivesse sido operado, a mesma sensação da volta de uma anestesia.

Debatemos sobre as percepções, pois nunca tínhamos presenciado algo assim, os Extraterrestres que normalmente trabalham com o grupo, sempre trabalham com cura quântica, indo a partículas mínimas e reestruturando tudo, causando mudanças de padrões nas pessoas assistidas, vibrando a nível planetário, pelo bem a nível micro e macro.

Como Djair é de sumir e não avisar, até hoje não o vi mais, mas tive noticias que estava vivo e bem em dezembro de 2015.

Tive outros trabalhos com a participação de extraterrestres que vou contar posteriormente.

Temos que abrir nossa mente e nos livrar dos preconceitos para permitir o auxílio desses mentores que vem para nos expandir a consciência e nos mostrar uma nova forma de ver a humanidade e nosso planeta. Nosso somos todo um, irmãos de alma, ferir o outro é ferir a si mesmo, curar a si mesmo é curar o outro.

Gratidão pela oportunidade, sempre.

Luz e paz para todos.

ORAÇÃO DE PROTEÇÃO – ARCANJO MIGUEL

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Dia: 20 de Abril de 2013

Horário: 09h00

Local: Atendimento durante reunião espírita – São Paulo-SP

arcanjo-miguel-etapaAbrimos a reunião com a prece de costume e começamos os atendimentos, a terceira pessoa a ser atendida era Luiz, vinha à reunião pela sua segunda vez. Um homem de seus cinqüenta e poucos anos, casado e pai de dois filhos. Feliz, mas como costumamos ver muito por aí, sempre reclamando. Não sabia explicar, mas algo sempre o incomodava, era frequentador assíduo de um centro de umbanda no ABC paulista. Já era um trabalhador da casa, embora tivesse uma mediunidade já desenvolvida trabalhava como Cambono*.Isso o deixava um pouco irritado, foi aí que conversando com amigos, conheceu nosso trabalho e começou a frequentar.

Assim que ele sentou na cadeira de atendimento, a dirigente do nosso trabalho me chamou para cuidar do Luiz.

Posicionei-me a sua frente e pela clarividência pude perceber uma espécie de colar de palha, cheio de penas e com um saquinho de couro amarrado. Algumas sanguessugasestavam presas no tórax dele. Indaguei sobre o Patuá*,pensando que provavelmente ele havia pedido uma espécie de proteção a alguma entidade, mas Luiz rapidamente negou dizendo que não pedira nada, e rapidamente perguntou se de alguma forma poderíamos tirar aquilo que se fazia presente em seu perispirito.

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Nesse momento apresentou-se uma entidade de aparência um pouco grosseira, mas de boas intenções. Conversando comigo o espírito disse que poderia ajudar a retirar o Patuá, pois o mesmo conhecia esse tipo de objeto. Ele então começou a fazer o contato de incorporação, e eu permiti, sentindo aquela energia ele incorporou em mim totalmente, assumindo a frente do trabalho dirigiu-se para perto de Luiz, quando a entidade foi esticar sua mão para passar no pescoço dele sua mão foi repelida instantaneamente. Como estava conectado com ele pude sentir fisicamente como se fosse uma descarga elétrica, um choque! Ele ainda tentou por três vezes sem sucesso.

O espírito intrigado se afastou e desconectou-se de mim. Eu pude perceber que ao redor de Luiz havia varias espadas formando um círculo, e vinha na minha mente “Arcanjo Miguel”.

Perguntei a ele:

– Luiz, por um acaso você fez alguma oração para Arcanjo Miguel?

– Ah, verdade. Estou fazendo uma de proteção, que preciso seguir por sete dias. Por quê?

– Ao seu redor, existe um círculo formado por espadas e o espírito que iria trabalhar para sua limpeza não consegue atravessar. Preciso que você e todos aqui em apoio peçam permissão a Egregora para poder removê-las temporariamente.

arcanjo-miguel-espadas2Fizemos o pedido e as espadas sumiram, o Espírito voltou a incorporar em mim e pudemos remover o Patuá e as sanguessugas. Após o trabalho, as espadas voltaram a aparecer ao redor dele.

Na semana seguinte a proteção não estava mais, já haviam desaparecido passado os sete dias, embora sejam muito eficientes essas preces, como pudemos ver, precisa existir uma constância, pois os efeitos dela passam, é preciso estar em um estado de prece e gratidão permanentes, a tão falada reforma íntima.

Entretanto o que me intrigava nessa história é quemesmo com a prece Luiz ainda continuava com objetos em seu perispirito, foi feito uma proteção em volta desta “sujeira”.

A espiritualidade apresentou-se e esclareceu a informação:

“Quem suja nossa energia somos nós, através de nossas atitudes e pensamentos, dos péssimos hábitos de ordem moral.A prece é eficaz sim sempre que dita com sinceridade.A oração protege a pessoa dos espíritos que ainda se obstinam no mal, mas não faz a limpeza e a conversão moral, isso é papel do empenho diário em nossa reforma íntima, de trocar péssimos hábitos por bons.Seria muito fácil nos mantermos acomodados em nossas dificuldades, e apenas fazendo prece sem o menor esforço para a mudança.Tudo caminha junto o esforço no bem e a prece, um apoiando o outro no progresso individual de cada um de nós encarnado ou desencarnado”.

Agradeci ao espírito pela informação, hoje continuo com minhas preces, mas sem esquecer que é preciso de ação para extirpar velhos e péssimos hábitos nocivos a nossa energia pessoal.

Luiz precisa seguir também nesta reforma íntima para eliminar os sentimentos que o incomodam.Ele sempre criará uma proteção em volta de si,mas os padrões inferiores continuarão brotar da sua imperfeição moral.

Muito agradecido, pelo apoio e oportunidade de compartilhar a experiência.

A PRÁTICA DO HO’ OPONOPONO

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Olá pessoal!

Hoje trago para vocês um texto diferente. Muitas pessoas tem me perguntado sobre a prática do Ho’ oponopono: Se eu conheço, se já tive a oportunidade de fazer, se fiz o que pude ver durante o processo, se funciona e para que funciona.

Conheci a prática do Ho’ oponopono há uns três anos, por intermédio de um amigo que dizia ser uma prática milagrosa de cura e bem estar. Na verdade, embora tenha uma sensibilidade que me facilite perceber e ver espíritos e energias, eu sou muito cético.

Meu amigo me explicou como funcionavam as mágicas palavrinhas: Sinto muito, Me perdoe, Te amo e Sou grato.

Achei muito simples demais, não acreditei que pudesse funcionar, mas precisava experimentar. Comecei fazendo com as pessoas que eu tinha algumas dificuldades de convivência. Repetia as palavras pensando na pessoa.   O resultado foi excelente, não só o convívio com estas pessoas havia melhorado, como em várias outras áreas da minha vida estavam fluindo maravilhosamente bem depois de começar a fazer a prática.

Comecei a expandir a técnica para cada problema ou dificuldade que cruzava o meu caminho. Perguntava-me: “de que forma eu contribui para causar essa dor ou problema?”.

Novamente o Ho’ oponopono me surpreendeu e consegui resultados formidáveis com os que me rodeavam tanto espiritualmente quanto fisicamente. Alguns conhecidos chagavam até a dizer: “nossa estava perdida, mas de repente me veio uma solução na minha cabeça. Que alívio!”.

Como desejar, pensar e até falar: Sinto muito, Me perdoe, Te amo e Sou grato para aquelas pessoas que nos machucam, enganam e continuam fazendo atrocidades em nossas vidas. Como fazer Ho’ oponopono a um ladrão, ou malfeitor? E que responsabilidade eu teria se ele que decidiu matar ou roubar? Não estaria mentindo? Não soaria falso?

Será que de alguma forma não julgamos os outros de forma gratuita? E esses julgamentos não influenciam as pessoas? Não cometemos pequenas infrações que achamos normais?

Uma vez fiz Ho’ oponopono para uma pessoa que havia perdido a perna em um acidente, o carro passou no farol vermelho e a atropelou. Será que nas vezes que eu passei no farol vermelho achando que daria tempo, não auxiliei de alguma forma que isso gerasse uma reação em cadeia? Hoje todas as nossas ações geram ondas no universo, por isso devemos vigiar nossas atitudes: “Amai o próximo como a si mesmo”.

A Espiritualidade se manifestou em um dia de manhã, ajudando-me a esclarecer o processo do Ho’ oponopono.

Como sempre digo essa é a minha impressão dos fatos e fico feliz de compartilhar para auxiliar no crescimento de todos, inclusive a minha própria.

O Planeta hoje se encontra em outra vibração, a humanidade após séculos de batalhas e conflitos atingiu um patamar de conhecimento e frequência, o que facilita a manipulação de energias e contatos com outros planos e realidades.

Quando pensamos, trabalhamos com essa energia, modificando-a. Podemos auxiliar ou prejudicar uma pessoa, dependendo da intensidade e intenção.

No caso do Ho’ oponopono, através do pensamento e sentimento fazemos essa transmutação.  Repetir sem sentir as palavras: Sinto muito, Me perdoe, Te amo e Sou grato não faz nada acontecer. É preciso vivenciar o que se diz, pois só assim podemos nos curar e auxiliar os outros.

Então cada uma das palavras da prática do Ho’ oponopono devem ser sentidas e para serem sentidas devem ser compreendidas. Abaixo segue o sentimento que devemos trazer em nosso coração a cada palavra dita:

Sinto muito – “Se de alguma forma eu contribuir para o seu problema, sua dor ou situação desagradável em que se encontra”. Traga para dentro de você esse sentimento sinta a compaixão tomar conta de você.

Me perdoe – “Por ter feito isso com você mesmo que inconscientemente, pois assim como você e outros, ainda estou aprendendo, eu me perdoo”. Peça perdão com sinceridade e se perdoe com a mesma intensidade, nessa vida todos nós erramos. O perdão é um processo natural da evolução.

Te amo – “Como criação divina, assim como eu tenho o direito de viver você também o tem, somos todos irmãos e filhos de Deus, do universo e assim como amo o Criador amo sua criação”. Sinta o amor pela criação divina, não pense na pessoa que habita momentaneamente esse corpo, e sim no ser imortal, luz da criação.

Sou grato – “Pela oportunidade de estar aqui podendo restaurar em mim e em todos aqueles a quem prejudiquei consciente ou inconscientemente, a minha paz e luz”. Sinta enorme gratidão pela oportunidade do conhecimento e agradeça o crescimento.

O Ho’ oponopono pode ser feito todos os dias, perdoando a nós mesmos de nossas dificuldades e assim refletindo no outro. Somos todo um.

Obtive experiências gratificantes em fazer a prática também para desencarnados.

Gratidão pela oportunidade de compartilhar sempre.

TRANSMUTAÇÃO PELA CHAMA VIOLETA

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Dia: 07/05/2016

Horário: 9h00

Local: Reunião espírita – São Paulo-SP

 

Durante o atendimento espiritual a uma amiga que estava com dificuldades respiratórias, a Espiritualidade que auxiliava e amparava o tratamento me passou, por meio do contato mediúnico, um exercício de transmutação pela chama violeta. Era uma prática de mentalização e conscientização interna,com o intuito de mudarmos a frequência energética de qualquer órgão do nosso corpo que se encontre em desarranjo.

No caso da amiga em questão, se tratava do pulmão já castigado pelos anos de uso do cigarro e sentimentos de mágoa profundos. Essa prática pode ser realizada em qualquer parte do corpo.

Frequentemente não percebemos que cada órgão do nosso corpo é formado por milhares de células aglomeradas com o mesmo padrão energético. Um grupo de células reunidos no mesmo padrão formam os órgãos, assim como nós somos como células no universo. Essas células vibram em uníssono com os outros órgãos e o nosso corpo como uma orquestra composta de diversos instrumentos.

Qualquer padrão de pensamento modifica a maneira dessas células vibrarem, fazendo com que se dissipem, regenerem-se ou danifiquem-se. Os danos podem se agravar em nossos órgãos se ficarem com essas influencias vibratórias por muito tempo.

Já pude perceber durante muitos atendimentos uma variação muito grande de efeitos do nosso pensamento em nosso corpo. Órgãos extremamente danificados e outros com curas “milagrosas” nos fazendo refletir sobre as sabias palavras de Jesus, pelo apostolo Lucas:“e disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” Lucas 17:19

Jesus já nós ensinava o quanto somos responsáveis pelo nosso corpo.

Segue a baixo como realizar esse exercício. Leia-o calmamente antes de fazer. As ilustrações vão auxiliar na visualização:

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Primeiro passo: devemos sentir imensa gratidão pelo nosso corpo e pelo órgão ou região que precisa de auxílio, pois ele sempre nos serviu bem, sempre trabalhou para nos manter vivos e com saúde. Fazer a visualização do nosso órgão do jeito que está hoje após anos de funcionamento. Agradecer imensamente e sentir este sentimento no coração. Fazer essa reflexão por alguns minutos deixando fluir essa sensação.

 

 

 

transmutacao-pulmao-p2Segundo passo: Após prepararmos o terreno com nossa mais sincera gratidão, devemos pedir permissão a Deus, depois a toda Egrégora de Saint Germain que é quem trabalha com a chama violeta nesse planeta e ao nosso corpo. Assim teremos permissão para fazer as transformações necessárias.

Nota: Pedir permissão é necessário, pois uma vez fui fazer um exercício semelhante, acompanhado de um espírito, eu precisava entrar em contato com minhas células para fazer uma cura, mas quando cheguei a encontra-las após uma meditação interna e pedi para elas se modificarem elas simplesmente disseram que “não”, pois se eu tinha o direito de fazer o que quisesse, elas também tinham. Essa foi a maior prova que nossas células são impregnadas com nossos padrões de pensamento e não basta apenas chegar lá e dizer faça, se todo nosso padrão é “não fazer”.

Nesse momento envolvemos nosso órgão em chamas violetas reluzentes e vividas, que gradualmente vão tomando toda extensão do nosso órgão. Sinta as labaredas envolvendo, queimando e transformando as toxinas em luz.

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Terceiro passo: Mentalizar sob o órgão em chamas o símbolo da cruz de malta de Saint Germain. Para que todo esse processo seja amparado por ele e sua equipe.

A equipe espiritual que me passou o exercício pediu para essa chancela ser usada, pois em função da chama violeta estar sendo usada muitas vezes sem conhecimento por várias pessoas ao redor do mundo. Muitas entidades trevorosas aproveitam e se infiltram durante o processo para colocar implantes. Já com a proteção de Saint Germain isso não acontece.

 

 

transmutacao-pulmao-p4Agora absorvamos todas as chamas e a luz com nosso órgão, o imaginemos totalmente refeito e trabalhando em sua mais plena condição.

Esse processo no começo pode demorar, pois precisamos nos sintonizar com nós mesmos e essa viagem interna pode ser dolorosa, pois é mais fácil ver o defeito nos outros do que em nós mesmos. Com o tempo esse processo da gratidão fica automático, na velocidade do pensamento.

Espero que seja de grande ajuda, da mesma forma que foi para mim.

Mais uma vez agradecido pela oportunidade de compartilhar e aprender.

IMPLANTES ESPIRITUAIS – Negativos

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Implantes espirituais sempre geraram muitas discussões, uns acreditam outros não.

O mais importante é sempre o respeito a todas as opiniões, estudar e procurar aprender sempre, pois ninguém é dono da verdade absoluta.

O que vou relatar aqui é apenas minha experiência com o que vi e tive a oportunidade de conversar com os espíritos durante as reuniões em que participei.

Em primeiro lugar, já vi implantes e dispositivos espirituais que foram colocados para auxiliar pessoas, mas também já vi alguns que foram inseridos para prejudicar.

Já os vi sendo colocados por desencarnados e também por encarnados, em todos os casos sempre há sintonia entre quem coloca e quem recebe, mesmo que o processo seja inconsciente.

Hoje vou descrever um caso em que trabalhei: uns 2 anos atrás, um encarnado colocou um implante em outro encarnado e infelizmente por falta de experiência na época tomei uma decisão que hoje não tomaria para resolver o problema.

Data: Outubro de 2013

Horário: 09h00

Local: Atendimento durante reunião espírita – São Paulo – SP

 

A reunião já avançava nos atendimentos, nesse sábado em especial, um dos rapazes do grupo, trouxe o pai para conhecer o trabalho, pois o mesmo sempre tivera dificuldades na vida que considerava intransponíveis.

Jorge, na casa dos seus 50 anos, era divorciado, não tinha um local fixo para morar, hora morava com um dos filhos, hora com a namorada e por muitas vezes com a mãe. Vivia mudando de emprego, não conseguia um emprego que o fizesse manter-se sozinho, além disso, era usuário de drogas.

Quando Jorge sentou na cadeira, já percebi pela clarividência áreas do seu perispirito bem escuras, como as regiões do estomago, pulmões, garganta, rins, cabeça, entre outras. Alguns espíritos ainda presos aos vícios de Jorge o acompanhavam, mas ficaram de longe apenas observando.

Foi quando a equipe espiritual, que trabalhava comigo naquele dia, me chamou a atenção para a região atrás da cabeça de Jorge.

Existia uma espécie de aparelho, que se assemelhava muito a um processador de computador, desse aparelho saiam micro ligamentos que eram conectados a algumas partes do cérebro. Da parte de baixo desciam conexões mais extensas que desciam pela coluna e se conectavam com os rins, que de vez e outra, dependendo do pensamento, soltava uma descarga eletromagnética que paralisada temporariamente um dos rins. Voltei minha atenção ao dispositivo grudado na cabeça.

Com o apoio da espiritualidade comecei a perceber que os pulsos eletromagnéticos do aparelho eram convertidos em padrões de pensamento que diziam “Você é um vagabundo, nunca vai conseguir nada e ninguém vai te suportar” essas ondas bombardeavam o cérebro de Jorge. Comecei a falar com ele:

– Jorge como você se sente? Você se acha um vagabundo que não consegue um emprego e uma companheira?

Nesse momento Jorge desaba em lágrimas, há tempos ele precisava soltar isso.

Com Jorge em um estado menos “fechado” consegui estudar o dispositivo, e percebi que aquele dispositivo tinha sido colocado pela própria mãe.

Não de forma consciente, mas durante a adolescência e até os dias de hoje vinha colocando esses comandos na cabeça de Jorge e isso foi se moldando a sua vida.

Com o conceito de que devemos sempre acatar as ordem dos pais, acabamos muitas vezes sendo vítimas. Nossos pais são seres humanos e falíveis de erros, se não aprendermos a bloquear alguns comandos, muitas limitações serão passados continuamente de pais para filhos.

Eu já não sabia distinguir o real vício dele, pois em função desse padrão de pensamento ele movia toda sua vida, fazendo tudo com raiva, como se quisesse mostrar ao mundo que não era o que a mãe sempre disse a ele. Quando tudo dava errado ele mesmo repetia que era um “vagabundo desgraçado”.

Diante desse quadro, me comuniquei com a equipe espiritual para tirarmos isso dele, o espírito me perguntou se eu tinha certeza do que eu queria: “Claro! Como posso deixar uma pessoa assim?!”

Já tive várias oportunidades durante os anos de trabalho espiritual e todas elas me ensinaram algo. Se um Espírito perguntar para você se você tem certeza, é melhor pensar de novo se tem mesmo. Toda vez que agi sem pensar o resultado foi negativo.

Incorporei esse amigo espiritual, fui observando o jeito que ele fazia, para remover o implante, esse amigo trabalhava com desobsessão e não com a parte cirúrgica. O espírito puxou o aparelho do perispirito com tanta força que fez um buraco no local, uma ferida enorme. Pedi auxílio às demais pessoas do grupo e fizemos uma doação de ectoplasma,  fechamos o ferimento, embora Jorge tenha saído com um pouco de dor de cabeça, tinha certeza que as coisas melhorariam para ele. A reunião se encerrou, fomos todos para casa.

Na semana seguinte perguntei ao rapaz sobre seu pai.

 

Fiquei estarrecido com a resposta: Jorge saiu da casa do filho no sábado a noite após a reunião e só voltou a dar noticias na quarta-feira, quando ligou drogado da casa da namorada.

Fiquei pensando no que poderia ter dado de tão errado.

Jorge nunca mais voltou à reunião, pude encontrá-lo na rua algumas vezes e vi que o dispositivo havia voltado e a situação se mantinha do mesmo jeito.

Conversei com a espiritualidade sobre o ocorrido.  Eles me esclareceram e assim pude perceber a minha falha.

Não podia ter tirado o dispositivo de uma vez, toda vida de Jorge era baseado nesse conceito, quando tiramos, ele mesmo disse tempos depois que sentiu um vazio enorme na alma como se nada fizesse sentido, inconscientemente voltou a fazer tudo àquilo que o fazia se sentir mal, pois era o que conhecia o que estava acostumado e o que movia sua vida, voltou a brigar com a mãe e isso o fazia ter força para fazer suas tarefas.

Podíamos ter começado com idéias novas, de valorização pessoal, reforma íntima, mas optei por tentar resolver tudo no mesmo dia. Infelizmente não deu certo.

Percebo cada vez mais a nossa responsabilidade com nossos filhos e a ligação que os pais têm conosco.  Como um comando familiar tem tanta força e uma frase mal intencionada repetida diversas vezes pode prejudicar nossos filhos durante anos em relacionamentos e empregos.

De tudo isto, fica a lição prestarmos muita a atenção com aquilo que passamos para nossos descendentes.

Contínuo estudando sempre  para não cometer mais erros  assim.

Tudo na vida é bom, se não é benção, é lição.

Gratidão sempre

GRATIDÃO – ENTREGA PARA O UNIVERSO

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Durante nossa vida sempre nos encontramos em processos contínuos de evolução. Evoluir é transformar uma situação ou forma atual em uma versão melhorada. Essa evolução requer trocarmos hábitos ruins por hábitos bons. Contudo, durante esse processo e até com certa frequência, insistimos nos mesmos erros, causando situações desconfortáveis e esmorecendo a nossa vontade de melhorar. Muitas vezes são apenas vontades, pois as atitudes continuam vinculadas ao vício nos maus hábitos.

Após inúmeros erros, uma hora começamos a refletir sobre nossas ações e iniciamos um processo de transformação. Na maioria das vezes é dolorido, pois nos encontramos fora da nossa tão aconchegante zona de conforto. Por vezes nos vemos tão emaranhados com essas situações que parecem ser impossíveis serem solucionadas. Fazemos tudo que conhecemos de natural e sobrenatural, mas nada parece funcionar definitivamente.

Alguns processos podem melhorar a situação por mais tempo, já outros por um tempo menor, mas parece que o problema sempre volta. Por conta desse cenário, eu vou relatar o processo de “entregar a situação para o universo”.

Durante uma conversa com um amigo, que é estudioso sobre a diversidade e universalidade espiritual, surgiu o tema sobre esse importante processo. Ele comentava que possuía o conhecimento de um exercício espiritual e resolvemos experimentar.

Durante a pratica me foi explicado pelos amigos mentores, percebidos pela clarividência, que essa entrega se refere a uma conexão com o universo. Quando fazemos essa entrega é como se pegássemos nossa dificuldade e arremessássemos em um lago como uma pedra. Esse impacto nas águas geram ondas que percorrem o lago todo e retornam ao ponto do impacto.

Ao entregarmos a nossa dificuldade ao universo, ela ecoa em ondas pela “biblioteca universal” recolhendo toda informação e conectando indivíduos e retorna após o ponto de partida que somos nós. Vou contar um caso interessante, pois esse retorno do universo às vezes não é como “imaginamos”, mas o que “realmente precisamos”.

Uma amiga havia deixado de confiar nas pessoas depois de brigar com uma colega de trabalho. Após a briga, ambas não se viram mais. Minha amiga não conseguia mais manter um relacionamento, fosse amoroso ou profissional. Sempre desconfiava que algo iria acontecer e daria errado. Isso acabava ocorrendo. Embora soubesse que essa situação era 100% de sua responsabilidade, não conseguia resolver e isso era muito mais forte que ela.

Durante uma conversa passei para ela esse processo da entrega ao universo e expliquei como ela deveria fazer. Minha amiga aceitou e foi embora. Após 4 meses ela me ligou brava e querendo brigar comigo. Ela fez o processo da entrega, mas em vez de o problema ser resolvido, a colega que tinha sido a “causa de tudo” tinha voltado para a vida dela por meio do Facebook.

 

A moça enviou uma mensagem querendo tomar um café com ela. Minha amiga ficou tão transtornada que não sabia o que fazer: se respondia e ia ao tal café para ver o que aconteceria ou deixaria de lado. Conversamos um pouco e consegui acalmá-la. Decidiu ir ao encontro, mesmo contrariada. Marcaram para a próxima semana.

Combinamos que ela me ligaria após sair do café que seria das 16h. Exatamente às 21h10 toca o telefone. Eu estava ansioso para saber o ocorrido, afinal de certa forma era o responsável pelo reencontro.

Ela mal conseguia falar de tanta emoção, agradecia, dizia que tinha sido a melhor coisa que aconteceu na vida! As duas sentaram para conversar, lavaram toda roupa suja e resolveram a situação delas, minha amiga acabou descobrindo que também era uma pessoa difícil e não era tão a coitadinha da história. Agradeceu por ter tido essa oportunidade de tirar esse peso dos ombros depois de tantos anos e por descobrir suas dificuldades. Agora ela poderia trabalhar para corrigi-las.

O Universo é assim. Ele traz aquilo que precisamos. Minha amiga queria esquecer a briga e seguir sua vida, mas em vez de esquecer o universo trouxe a situação novamente para ela aprender com isto e não repetir o mesmo erro com outras pessoas. A solução veio, mas como é a lei imutável do progresso, nós sempre precisamos fazer a nossa parte!

Hoje minha amiga e eu continuamos conversando. Ela casou, tem uma filha linda e um emprego que a faz feliz. A colega? Nunca mais se falaram.  Ela me relatou que no dia do encontro a colega disse: “Eu estava em casa e de repente veio você na minha mente, e pensei comigo mesma “esta na hora de resolver isso de uma vez por todas, entrei no facebook e te procurei…” .

São as ondas ressoando e conectando aqueles que se encontram na mesma sintonia.
Mais uma vez muito agradecido pela oportunidade de compartilhar essas experiências.

Exercício:

  •  Encontre um local que você possa ficar relaxado e sente-se de forma confortável;
  • Respire fundo e tranquilamente por um tempo. Lembrando que respiração é vida e devemos ser grato por isso;
  • Mentalize uma flor de lótus de cristal brilhante na sua frente;
  • Agradeça e mentalize seu problema ou dificuldade no centro da lótus;
  • Mentalize a lótus se fechando com tudo aquilo que te perturba dentro dela;
  • Entregue essa lótus para o universo, agradecendo a oportunidade e confie;
  • Após o processo evite ficar pensando na situação. Você entregou e confiou, agora é com o universo.

ATENDIMENTO MEDIÚNICO

 

Dia: Algum Sábado de Abril de 2014
Horário: 09h00
Local: Atendimento durante reunião espírita – São Paulo – SP

 

Lembro-me com muito carinho dessa história. Ela retornou a mente a algumas semanas. Questionei-me bastante, pois não sabia se esse estilo de história agradaria. Mas como foi de grande importância na minha formação resolvi arriscar e divulga-la.

 

cobra-coral-pessoa-webSábado começamos a reunião normalmente, com as pessoas aguardando para serem atendidas. Um rapaz que estava no canto me chamou a atenção e resolvi começar os trabalhos do dia por ele. Sentado na cadeira que fica no centro da roda, pude observar como estava seu corpo espiritual. Ele apresentava um quadro típico de quem passou por stress, discussão ou briga.

O Chakra cardíaco responsável pelas emoções queimava como brasa ao redor. Estava escuro e rodeado de larvas espirituais, demonstrando que a energia que foi gerada ali era muito nociva. Esse tipo de energia acumulada forma uma gosma escura e larvas astrais.

Acima na garganta onde se situa o Chakra laríngeo, também se encontrava com uma coloração escura, possivelmente o rapaz brigou e não conseguiu ou não pode falar tudo o que queria. Desta maneira, a energia ficou acumulada na garganta.

Não estou dizendo que agora devemos gritar ou xingar para que não acumulemos energia nociva na garganta se tivermos qualquer tipo de contenda. Há diversas formas de liberar essa energia por meio da respiração. Por isso depois de uma briga, quando respiramos fundo, sentimos aquele alívio.

Geralmente escutamos: “Calma… Respira fundo que passa”. Claro que existe o beneficio físico da oxigenação, mas aqui me refiro apenas à parte energética da situação. O estômago dele estava terrível, parecia um formigueiro de tanto verme. O rapaz levou uma bela carga energética nessa região que pode acumular energias de raiva e ira. A carga energética foi tão forte que já estava passando para o físico.

O quadro relatado baixou muito o padrão vibratório do rapaz, atraindo assim alguns espíritos de semelhante padrão energético. Essas entidades possuem várias nomeações, a mais comum é Obsessores.

Obsessores são muito mais comuns do que imaginamos e estão sempre em contato conosco em nosso cotidiano. Eu costumo classificar eles entre 1 e 10.

O número 1 é um espírito que se conectou por uma afinidade, mas ao ser percebido ele mesmo vai embora. O número 10 é realmente um problema.

Entre esses números existem uma variação grande e no caso do Rapaz era um de nível 3. A conexão foi realizada pela afinidade, mas não queriam deixar ele assim tão fácil. Como de costume seleciono entre os médiuns disponíveis aqueles que possuem mais semelhança energética com a situação. A espiritualidade facilita essa escolha ampliando nossa percepção durante os trabalhos.

A nossa reunião era frequentada um amigo muito querido, o Victor. Todos os espíritos que trabalhavam com o Victor eram da umbanda. Ele nos auxiliava e nós auxiliávamos a ele. Uma das características de nosso trabalho: cada médium trabalha com sua egregora, portanto temos uma variedade de espíritos que trabalhamcom ensinamentos e aprendizados, pois a evolução é continua e para todos. Claro que temos algumas regras para mantermos a organização.

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Alguns espíritos não se adaptam a essas regras, trabalhando apenas algumas vezes e não aparecem mais. O caso é que o Victor trabalhava em parceria com um espírito muito bom para esse tipo de trabalho que chamamos carinhosamente de “limpeza”.

Nós o chamávamos de Senhor Cobra Coral. Confesso que já tinha escutado falar dessa entidade, mas nunca tinha percebido a sua presença trabalhando nos locais em que visitei. Ele se apresentava para nós na forma de um índio velho, de chapéu preto e com uma cobra coral enrolada no pescoço.

Victor se posicionou na frente do rapaz e começou a fazer a conexão com o Senhor Cobra Coral. Aqui relato será datado da maneira que minha clarividência me proporcionou, sendo que a mesma não é igual para todos. No futuro vou postar um texto falando mais sobre o assunto.

O espírito situou-se atrás do médium, colocando as mãos sobre o Chakra umeral do médium que fica sobre as escapulas. Esse Chakra é muito importante no corpo humano. O espírito começa a enviar energia para o médium que sente essa energia o envolver todo corpo. Os efeitos variam dependendo da característica mediúnica de cada um. No caso do Victor a característica é incorporação.

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Com o médium envolvido nessa energia, a conexão é realizada por meio dos chakras: frontal, laríngeo, cardíaco, etc…(como podemos ver na ilustração). A responsabilidade do médium é ter uma vida regrada para que esses chakras estejam sempre organizados, facilitando a conexão.

Nesse momento o médium fica com a aparência do espírito, pois está envolvido com a energia do mentor. Seu perispírito assume essa forma momentaneamente. Por isso há clarividentes que enxergam espíritos atrás e outros que veem o espírito “dentro” do corpo. Vai da característica da clarividência de cada um. Aqui só estou relatando a forma como “eu” vejo, sem querer afirmar o que é certo ou errado.

Após a “incorporação” completa o Senhor Cobra Coral começou a trabalhar no períspirito do rapaz assistido. Eu nunca tinha visto nada parecido com o que vou relatar.

Das mãos do Senhor Cobra Coral saiam inúmeras cobras que se entrelaçavam no corpo do rapaz assistido. Essas cobras iam comendo aquele borrão preto juntamente dos vermes com uma rapidez incrível. As cobras estavam enroladas nos braços e no tórax. Deviam haver centenas ali. Após comerem e limparem, elas retornavam ao corpo do índio Cobra Coral. Embora o susto das cobras, o resultado foi maravilhoso! O corpo espiritual do rapaz ficou limpo, restando apenas buracos onde antes manchas e vermes se faziam presentes.

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Os obsessores por sua vez continuavam e sem a menor intenção de deixar o campo energético do rapaz. Enquanto eles riam, o rosto do Senhor Cobra coral assumiu a forma de uma serpente. O riso e rosnados pararam instantaneamente. A equipe do Senhor Cobra Coral chegou removendo as criaturas e, logo em seguida, sumiram. Victor já sem o contato espiritual respirou fundo disse que estava bem e retornou ao seu lugar.

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Nora, outra médium do grupo que é ótima para doar ectoplasma, se levantou e soprou ectoplasma em forma de vapor nos buracos do rapaz que iam sendo preenchidos, finalizando e restaurando o perispírito do rapaz. Atendimento terminado. Após ouvir os conselhos para sua reforma intima, o rapaz sentindo-se melhor, retornando ao seu lugar.

Nesse trabalho pude aprender muitas coisas, entre elas o quanto prejudicamos nossos corpos quando preservamos péssimos hábitos e atitudes. Além do aparecimento de enfermidades, atraímos aqueles que sintonizam com nossas falhas. Segundo o quanto de trabalho damos aos espíritos quando temos esses rompantes em nossas vidas, fazendo que eu me torne mais grato pelas inúmeras ajudas que ainda necessito em função das minhas falhas. Refletir sobre nossas atitudes diárias e realizar as mudanças para que sejamos plenos de amor e felicidade.

Fico muito grato ao Espírito do Senhor Cobra Coral por nos agraciar com seu trabalho e seus ensinamentos.

Gratidão sempre

UMA EXPERIÊNCIA COM A PSICOGRAFIA

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UMA EXPERIÊNCIA COM A PSICOGRAFIA

 

Dia: 16 de Outubro de 2014

Horário: 21h00

Local: Treinamento mediúnico no escritório – São Paulo -SP

 

Como estamos em constante aprendizado, em um dos treinamentos mediúnicos que realizo toda semana, senti vontade de experimentar a psicografia.

Estava ansioso para começar. Havia me preparado durante toda a semana e separei algumas folhas de papel e lápis. Deixei tudo arrumado sobre a mesa.

Comecei 21h00 em ponto!  Fiz a prece inicial, a leitura de um texto edificante e me coloquei à disposição.

A espiritualidade já se fazia presente no local e – embora sentisse muita vontade de escrever direto no computador – achei melhor tentar a folha de papel porque afinal eu sempre vi a psicografia atuar desta forma.

Após alguns minutos, comecei a sentir a mão formigar, ficar pesada e gelada. Era uma sensação desconfortável, mas dava para aguentar.  Mas descobri que assistir as pessoas psicografando era muito mais fácil.

Meia hora e várias pontas de lápis quebradas depois, observava a folha cheia de rabiscos disformes que nem de longe lembravam uma letra quanto mais uma palavra ou frase.

Sinceramente, eu fiquei decepcionado, afinal lá no fundo pensamentos regados de vaidade, imaginavam que eu escreveria vários livros e cartas consoladoras. Tudo isso ruía enquanto observava aquele emaranhado de riscos.

Como era um treinamento, a Espiritualidade me intuiu a ligar o computador.

Computador ligado, programa para escrever textos na tela, começo a me concentrar e, diferente da primeira vez, um texto começa a ser ditado. Senti-me mais à vontade nessa modalidade, embora também precise de treinamento, pois os Espíritos ditam em uma velocidade muito rápida, e precisamos nos manter em harmonia, sendo muito fácil perder essa conexão e começar a escrever palavras de nossa própria mente.

Após uns 10 minutos, fiz uma pausa para ler o conteúdo do texto. Gostei muito, pois falava sobre reforma íntima e respeito para com o próximo. Embora o texto estivesse bom, comecei a pensar em algo que estava me incomodando desde o começo.

A energia do espírito que me passava os textos era muito densa. Sentia o peso nos ombros e aquilo me incomodou. Sempre achei que os espíritos que ditavam textos assim deveriam ser superiores, com uma energia muito mais sutil. Será que se tratava de um espírito zombeteiro tentando me ludibriar com meias verdades?

Pedi desculpas ao espírito (afinal, vai que não era um zombeteiro). Expliquei o que me incomodava. Vi que ele não gostou muito, dizia: “- Primeiro chama e quando venho acha que estou aqui para brincar”.

Lembrei-me de Chico Xavier, um dos mais conhecidos médiuns do Brasil e que psicografou muitas cartas e livros.

Sempre que acontece um impasse desses, não tem outra coisa a se fazer a não ser rezar e pedir ajuda.

Tomado de um sentimento de humildade e conhecendo minha pequenez diante do universo, fiz uma oração em silêncio clamando pela ajuda do Chico, para que eu pudesse pelo menos entender o que se passava e pedi permissão a Deus para receber aquilo que fosse de meu merecimento.

Nesse momento, de olhos fechados, percebi um clarão.  Quando abri meus olhos vi, através da clarividência, a imagem de Chico Xavier na minha frente.

Por que imagem? Pois não era o Chico de verdade, apenas uma espécie de holograma que a espiritualidade usa de vez em quanto. Ela é visível ao clarividente, mas não possui a energia de um espírito. Por isso a importância de se conhecer bem as energias, pois se formos só pela imagem podemos ser facilmente enganados.

Nesse momento, junto da imagem do Chico, meu amigo e mentor começou a me explicar.

Esses espíritos que vieram para me enviar os textos, também estavam passando por treinamento e não eram espíritos levianos ou enganadores, mas em função da minha moral era a faixa vibracional com a qual eu conseguia me conectar.

Quanto mais empenho eu tivesse para me desfazer de hábitos e vícios nocivos, mais eu conseguiria subir meu padrão vibratório para me conectar com outras esferas mais sutis.

Agradeci meu amigo duplamente: pelo carinho de ter vindo me explicar e pela delicadeza da espiritualidade de mostrar a imagem de Chico. Só de ver uma imagem dele, já  nos vem à mente a lembrança do ser humano que foi. Os dois sumiram deixando paz no meu coração.

Mais uma grande lição aprendida nessa jornada aqui na terra: devemos incessantemente combater nossos vícios e más tendências porque boa intenção é válida sempre, mas torna-se estéril se não colocada em prática.

Fé é indispensável para trilharmos qualquer caminho, pois precisamos de força para deixar a nossa zona de conforto. É uma batalha diária contra nós mesmos, podemos sorrir e dizer o que quisermos aos outros, mas nunca fugiremos do que somos.

Deus não castiga e não nos pune, nós mesmos já fazemos isso. Na espiritualidade não podemos comprar ou enganar com palavras e textos rebuscados. Somos o que fazemos e pensamos. Isso fica em nossa alma, quando estamos fora do corpo ou desencarnados é só isso o que conta. É dessa energia que nosso corpo espiritual é formado.

Refletir sobre o que podemos mudar em nós para sermos melhores, a cada dia em atitude e pensamentos, e todas as dificuldades que se apresentam são exatamente o caminho para podermos corrigir em nós aquilo que nos machuca.

Gratidão por mais essa experiência.

 

 

 

 

UM NOVO COMEÇO

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Dia: Em algum dia de 2008
Horário: 8h30
Local: Na minha casa – São Paulo – SP

 

Lembro-me,  como se fosse hoje, de como tudo aconteceu. Eu trabalhei por 5 anos em um terreiro. Foi uma das mais valorosas experiências que tive na vida e mantenho amigos até hoje, tanto do lado de cá como do lado de lá. Mas a necessidade de conhecimentos novos sempre me impulsionava a conhecer outros lugares.

Descobri um lugar que tinha uma clarividente. Coincidentemente ela era esposa de um amigo, logo, eu poderia conversar sem medo de ser enganado sobre minha clarividência. Tinha dúvidas se estava louco, ou se eram alucinações, coisas que  clarividentes passam e não sabem identificar no começo.

Quando cheguei a casa dela e ela já fez uma careta. A sensação de uma clarividente olhar para você e fazer careta é terrível. Passam mil coisas na sua cabeça e nenhuma delas é positiva.

Felizmente foi uma conversa muito bacana que durou horas, depois semanas, meses, anos e graças a Deus continuam até hoje. Com alguns altos e baixos, é claro, afinal somos humanos discordamos em muitos pontos de vista.

No final dessa primeira conversa ela me convidou para trabalhar com ela. Adorei e concordei de imediato! Para isso, eu deveria ler o Evangelho todo dia e pensei: puxa que chato, mas tudo bem. Faz parte. Deve ser uma semana e pronto. Perguntei por quantos dias eu deveria ler e ela respondeu:

– Vai lendo.

– OK, mas é mais de uma semana?

– Quando eu tive que ler, li por 15 anos.

Nessa hora eu quase morri. Como assim 15 anos??? Bom era isso, sem negociação. Ou eu lia ou ficava sem trabalhar lá.

Fui embora chateado, mas decidi ler por um tempo.

Acordei cedo no dia seguinte, e fui para a minha jornada, comecei a ler e vários amigos do lado de lá, começaram a reclamar. Acho que tinha uns 5 espíritos juntos ouvindo e reclamando:

– Ahh, para de ler isso.

– A gente não precisa disso para trabalhar.

– Tem que escutar essa “lenga-lenga”, mesmo?

Eu só precisava ler um pequeno trecho por dia, mas com tanta interrupção levou uma hora.

Isso se repetiu por toda a primeira semana, na segunda semana, já não vi ninguém. Na terceira semana apareceu um homem na minha frente. Era um barbudo com um capacete de metal, uma joia rosa na testa e lembrava um turco. Ele ficou olhando para mim e eu para ele, quando fui pensar em algo, ele jogou um feixe de luz em mim e foi embora.

Foi super emocionante! Eu nunca tinha visto nada igual. Estava acostumado com outros tipos de espíritos e ver esse na minha casa, abriu uma infinidade de possibilidades.  Se continuasse estudando poderia ver outros e outros de diferentes culturas. Liguei para minha amiga e contei tudo, ela me explicou que isso ficaria normal e eu deveria aprender a lidar com isso.

Claro que continuei a ler o Evangelho. Faz 7 anos e eu ainda estou lendo, e confesso que é uma experiência maravilhosa. É muito importante poder refletir sobre temas de moral, ferramentas indispensáveis para nossa reforma íntima.

Segue a imagem desse amigo barbudo que nunca mais cheguei a ver, mas que marcou o início de uma jornada, sem fronteiras para mim, que continua a me surpreender a cada dia.

 

Gratidão sempre.