O QUE ACONTECE QUANDO GUARDAMOS RESSENTIMENTOS

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Dia: 25 de AGOSTO de 2017

Horário: 19h40

Local: Reunião espírita São Paulo – SP

 

Sempre que tenho a oportunidade, gosto de relatar alguns atendimentos que faço durante as reuniões espíritas que participo. Procuro preservar o nome dos envolvidos, passando o máximo de informações que percebo pela mediunidade e conversas com o grupo.

Essa reunião ocorria de forma tranquila com seus atendimentos, quando chegou a vez de atender Vitório (nome fictício).

Vitório é um grande amigo, que está passando por algumas dificuldades.  Essa era sua primeira vez na reunião. Ele havia frequentado e trabalhado em outras reuniões que eu participava, e já era velho conhecido de todos.

Quando Vitório sentou-se na cadeira para receber o atendimento, a equipe espiritual começou mostrando-me como estava seu pulmão no corpo espiritual.

Toda vez que geramos ou recebemos uma energia se acumula primeiro no órgão etéreo, e só depois é absorvida pelo órgão do corpo físico. No campo energético do pulmão flutuavam diversos rostos em formas pensamentos gerados pelo próprio Vitório por meio de situações negativas que ele vivenciara. Eram uma diversidade de rostos bravos, raivosos que praguejavam repetidamente.

Comecei a indagar Vitório a respeito de suas magoas não só as recentes, mas também as de muito tempo atrás. Busquei através de uma rápida conversa saber sobre pessoas, que pelo seu ponto de vista, tinham o machucado ou magoado.

Ele realmente confirmou que sim existiam algumas pessoas que o deixaram bem chateado, mas que agora ele nem pensava mais, estava tudo “resolvido”.

Conforme eu ia descrevendo os rostos projetados no pulmão ele ia identificando e comentando sobre estas pessoas: Ex-sócio, pessoas do convívio mais íntimo e pessoas do antigo trabalho.

De acordo com o que ele dizia a energia ia baixando de frequência, vibrando na sintonia de mágoas e tristezas e deixando os rostos, antes mais apagados e opacos, mais definidos e raivosos.

Na mesma hora lembrei do importantíssimo trabalho que fez a escritora Louise Hay sobre a conexão entre o nosso corpo e as emoções.

Sabemos que toda emoção é energia, e essa energia gerada se espalha rapidamente pelo nosso corpo gerando reações físicas e energéticas. Acumulando-se em órgãos específicos de acordo com a natureza dos pensamentos.

Segundo a Louise Hay pulmão significa: Medo de absorver a vida, de não se achar no direito de viver plenamente.

Vitório se encontra em situação complicada no campo financeiro, após várias e frequentes perdas materiais. A grande parte dos rostos em seu pulmão estavam relacionados ao trabalho.

Não adianta nada dizermos da boca para fora que estamos bem, que perdoamos e que deixamos as mágoas irem embora. Não conseguimos mentir para o nosso corpo!

Situações difíceis e mal resolvidas nos fazem lembrar do passado. Situações e pessoas, como no caso de Vitório que a espiritualidade mostrava o padrão de pensamento:

“Se eu não tivesse feito tal escolha, ou se fulano não tivesse cometido tal atitude, hoje eu não estaria assim, por que será que tudo isso está acontecendo?”

Todas as situações que chegam a nossa vida sejam por causas das nossas atitudes ou não, são situações que temos que viver. Nosso Karma! Estes problemas podem ser de dividas de vidas passadas, escolhas do próprio espírito que reencarnou, escolhas ruins que fizemos, muitas vezes sem perceber, que acabaram prejudicando outras pessoas. Não importa o nome que você dê, aprendemos sempre. É através da educação que evoluímos e é a única coisa contínua em todos nós, desde o momento em que nascemos até o momento de nossa morte. Independentemente de qualquer opção religiosa, não devemos nos sentir mal pelo passado e sim aprender com ele. Nós normalmente tomamos a melhor decisão que nossa capacidade temporária permitia.

Conversei com Vitório, disse que daríamos um passe e que colocaríamos energia de amor para fazer a energia negativa se dissipar, mas que ele deveria fazer a parte dele, deixar as coisas irem e desapegar-se do passado doloroso. Apenas conseguimos fazer este processo adquirindo informações, através de mudanças de padrão de pensamento, para que a fonte geradora de mágoas possa gerar outras energias salutares, e em vez de enfraquecer, possa fortificar todos os órgãos.

Demos o passe, transmitindo boas vibrações aos pulmões. Encerramos a reunião com mais esse aprendizado. Uma semana depois, no dia 30, nossa incentivadora Louise Hay deixou esse plano para continuar aprender e auxiliar em uma esfera superior.

Mais uma vez muito agradecido pela oportunidade de aprender.

Gratidão!

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PREPARATIVOS PARA UM DESENCARNE

(Ilustração feita pelo próprio médium)

Dia: 19 de Maio de 2015

Horário: 10h20min

Local: Hospital do Servidor Público – São Paulo – SP

 

O ano de 2015 foi bem difícil, regado de experiências de desencarne e doenças que exigiram de mim algumas atitudes e pontos de vista diferentes, mudando minha concepção sobre renovação e desapego. De certa forma, embora dolorosa, é uma oportunidade excelente para desenvolver novos conceitos e adquirir maturidade espiritual.

Há algum tempo eu acompanhava a doença do pai de uma amiga muito querida – O Sr. Oswaldo.

Ele era uma pessoa muito divertida e alegre, mas com temperamento difícil, tinha diabetes e outros problemas decorrentes dos seus 80 anos de uma vida desregrada com os cuidados com a saúde. Todo esse histórico culminou com uma doença pulmonar grave que piorou seu quadro.

Como o mesmo era evangélico e nós espiritualistas, ele não permitia que fizéssemos atendimentos espirituais. Mesmo assim, sua filha, conhecedora das doutrinas espirituais, sempre o incluía em suas preces.

Em Abril do mesmo ano a situação familiar agravou, pois a mãe dela, dona Soraia esposa do Sr. Oswaldo, que há algum tempo tinha um quadro de câncer avançado, foi internada as pressas por decorrência da doença. Poucas semanas depois o Sr. Oswaldo também fora internado no mesmo hospital. A falta da companheira em casa fez com que sua saúde piorasse. Afinal eram 60 anos juntos de convivência diária, entre farpas e afagos.

A providência divina fez com que os dois ficassem internados no mesmo andar do hospital em quartos de frente para o outro.  Embora próximos, como os dois estavam acamados, não conseguiam se ver ou se falar, e recebiam notícias um do outro por parentes.

Aconteceu que dona Soraia acabou desencarnando na primeira semana de Maio. Não estive presente no momento, mas minha amiga me contou que foi uma passagem tranquila, ela desencarnou enquanto cantava um louvor a Deus, junto a uma irmã da igreja.

Pelo fato do Sr. Oswaldo estar em estado delicado, os filhos optaram por não contar sobre o desencarne de sua tão amada companheira, a fim de que o choque não piorasse sua situação.

Mesmo sem saber de nada, a situação do Sr. Oswaldo piorara e se encaminhava para um quadro irreversível. Já semi consciente e de tanto chamar pela esposa, resolveram contar a ele que Dona Soraia havia partido.

– Onde está a Soraia?

– Pai, eu preciso te contar uma coisa… A mãe já partiu.

– Ué, ela já voltou para casa?

– Não pai, ela está com Deus agora.

– Ah, ela já foi?

Virou para o lado e dormiu. Enquanto minha amiga e familiares emocionados deixavam o quarto. Essa foi a última lembrança que carrego comigo do Sr. Oswaldo, pois a partir desse momento não o veria mais consciente.

Após alguns dias ele foi colocado em coma induzido devido a sua piora.

No dia 19 de Maio, por volta das 09h da manhã fui fazer uma visita no hospital, estava um entra e sai de parentes, uma correria. Consegui subir para o quarto por alguns minutos para ver o Sr. Oswaldo.

Enquanto subia pelo elevador senti um frio na barriga, sentindo que a hora dele chegava e iria se encontrar com a Dona Soraia. E de certa forma me perguntava, mesmo já tendo visto muita coisa, será que eu estaria pronto para ver um desencarne?

Assim que entrei no quarto em que estava Sr. Oswaldo e os dois netos, me sentei na poltrona e fiz uma prece em silêncio e me colocando a disposição de Deus e da espiritualidade para o que fosse preciso.

Foi quando pela clarividência pude perceber o que acontecia no quarto. Via o Espírito do Sr. Oswaldo deitado sobre seu corpo material inconsciente na cama. Ele estava assustado, ainda mantinha as conexões do corpo espiritual com o corpo, o quarto já estava preparado para o desencarne, tinham alguns socorristas ao fundo acompanhando o processo, mas eles não se faziam visíveis a Sr. Oswaldo.

Havia uma luz no pé da cama, não sei até hoje se essa luz é padrão no desencarne ou em função da opção religiosa de Sr. Oswaldo eles tinham montado essa imagem para facilitar sua passagem.

Fiquei acompanhando as reações do Sr. Oswaldo, por alguns minutos, sentia o medo e apreensão em deixar o corpo, talvez por ele sempre ser muito apegado às coisas materiais e ser resistente ao novo.

De repente, olhei para o lado e vi Dona Soraia de pé ao lado da cama.

Eu fiquei confuso e me perguntava como ela poderia estar ali??? Tinha desencarnado fazia uma semana devido a um câncer. Ela não deveria estar em recuperação? Como podia estar ali?

Afinal era assim que estavam em relatos e livros que eu lera anteriormente.

Analisando detalhadamente a situação percebi que não existia uma energia pertencente à Dona Soraia e nem a de um ser espiritual. A forma era dela, mas sem energia. Era um Holograma! Uma forma pensamento criada e plasmada com matéria astral pela espiritualidade para auxiliar o desencarne de Sr. Oswaldo. Ele via a esposa e ia se desprendendo da matéria de forma mais consciente.

Que maravilha poder perceber isso. Viver essa experiência era algo novo para mim!

Eu acompanhava atentamente a cena. Sr. Oswaldo apavorado esticava a mão para a esposa, mas depois voltava para o corpo, fez este movimento diversas vezes. Estava com medo da situação nova que enfrentava. Cada vez que o espírito voltava e acoplava ao corpo, o mesmo dava alguns solavancos.

Isto lembrava muito minha infância, quando meu pai estava dentro da piscina e falava para mim: Filho vem, pode mergulhar, e eu sempre receoso, ensaiava o movimento diversas vezes antes de pular efetivamente.

Nesse momento infelizmente, me chamaram, meu tempo tinha terminado e havia muitos familiares para subir.

Desci com uma tranquilidade no coração e agradecido pela grande experiência adquirida, embora não tenha visto tudo, foi muito gratificante.

Sr. Oswaldo faleceu no final do mesmo dia.

Acompanhei a jornada do Sr. Oswaldo fora do corpo por mais um ano e meio após o seu desencarne, mas essa história fica para outro texto.

Gratidão pela oportunidade.

Luz e paz para todos.

MEDITAÇÃO PARA CONEXÃO COM O TODO

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Mais um ano começa com novas esperanças e novos sonhos. Alguns acham que tudo vai melhorar, outros não tem tanta certeza. O importante é a consciência que muitos começaram a ter a partir dos acontecimentos dos últimos anos. Com as mudanças climáticas, tomamos uma consciência maior que a natureza não está aqui apenas para nos servir, para que façamos uso indiscriminado para obter lucro, mas fazendo parte de nós, pulsando dentro de nós. A natureza está conectada diretamente com cada habitante desse planeta.

A comoção planetária com os animais se tornou mais evidente nos últimos anos, atos contra touradas e maus tratos são denunciados em redes sociais. Nós como espíritos mais evoluídos, temos o dever de zelar, proteger e instruir esses seres tão cheios de amor e outros sentimentos.

E o que falar da união entre pessoas de raças, credos, posições sociais distintas, que juntos começaram a reivindicar seus direitos de existir, pensar e cobrar daqueles que foram eleitos para cuidar de uma nação, que aceitaram o desafio e a confiança de milhões, para fazer o justo e o correto por eles e suas famílias. Ainda temos uma longa jornada nessa estrada, mas esse começo é importante.

Estamos todos conectados gostemos ou não, juntos conseguiremos o que desejamos, quando nos despojarmos do medo. Necessitamos ser livres para desejar o bem e o amor incondicional para quem é e pensa diferente de nós. Todos fazem parte da nossa realidade.

Deixo aqui uma meditação para que comecemos de forma branda a vibrar por esse planeta que nos acolhe nessa experiência e todos aqueles Seres que o compõem, que são peças fundamentais para a nossa evolução individual e coletiva.

– Encontre um lugar onde você possa se sentar confortavelmente por alguns minutos.

– Desligue o telefone, feche os olhos e comece a prestar a atenção em sua respiração.

– Inspire a atmosfera ao seu redor, o otimismo, a certeza que está no lugar certo, vivendo a experiência certa para você. A gratidão pela vida e todos os elementos que ela compõe.

– Expire todo medo que sente que talvez o mal que as pessoas te causem seja um reflexo do medo delas, solte a angústia, o preconceito, você está sozinho não precisa esconder nada, jogue fora tudo o que te faz mal, sem medo e vergonha.

– Faça essa respiração até se sentir leve, se der vontade de chorar, chore.

– Sentindo-se leve, imagine-se um ser de luz e cada vez mais que sua luz aumentar,  sinta-se como um foco de luz que guia aqueles seres perdidos, que necessitam de ajuda. Nessa hora podem aparecer algumas pessoas na sua mente, pessoas conectadas com você que precisam de ajuda, envie luz para elas.

– Mentalmente erga as mãos e vislumbre o planeta Terra entre elas. Com todo carinho envie energia ao planeta e todos os Seres que habitam material e espiritualmente.

– Sobre o planeta imagine uma lótus, como nós temos o nosso Chacra coronário que recebe energias divinas, o planeta também possui o dele. Nessa hora imagine um feixe de luz descendo do infinito e se conectando ao planeta pela lótus.

– Essa é a conexão divina entre o Criador, o planeta e você. Sinta-se parte de uma experiência divina, saiba que tudo que passa nessa vida é experiência pura, de um espírito imortal e divino.

Dê o valor correto as coisas e ações, não sofra e nem de mais valor do que as situações necessitam.

– Inspire fundo e abra os olhos devagar enquanto expira.

– Agradeça pela experiência.

Gratidão a todos pela oportunidade de compartilhar, segue um desenho que vi enquanto fiz essa meditação para auxiliar aqueles que tem dificuldade.

Comente sua experiência com essa meditação e auxilie os outros.

Gratidão.

É OU NÃO É, NÃO EXISTE FAZ DE CONTA

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Dia: 30 de Novembro de 2016

Horário: 23h40

Local: Em meu quarto, me preparando para dormir – São Paulo – SP

 

Normalmente relato aqui acontecimentos que presencio durante as reuniões espíritas na qual participo, mas hoje quis falar um pouco sobre os acontecimentos no meu dia a dia como médium.

A clarividência, sensibilidade e outros dos sentidos da mediunidade, não são facilmente desligados como muitos pensam. O seu mentor pode e até respeita seus horários de trabalho mediúnico, mas existe uma classe de espíritos que não está muito familiarizada com a palavra “Respeito”, e essa é a que devemos estar constantemente em alerta.

Eu, como qualquer ser humano, busco por instinto o melhor para mim e para os meus. Tento fazer tudo de uma maneira simples e tranquila, mas nem sempre é possível e esforços são requeridos. Desde que me entendo por gente e por sentir a presença do outro lado, busco conciliar essas duas palavras: “Viver bem” e “Facilidade”.

Há muitos anos atrás quando eu ainda era bem jovem e imaturo, escutei em um centro uma frase de um senhor:

“Faça sua reforma intima meu rapaz, ela é difícil pois a todo instante suas dificuldades são refletidas para você como sua imagem no espelho, mas a cada conquista de uma dificuldade uma felicidade imensa preenchera seu coração de forma definitiva, e não apenas paliativa quando buscamos, a quem nos apoie o ego e a vaidade”

Bom, claro que nem de longe fui buscar essa reforma íntima, afinal eu via espíritos, e isso devia me valer alguma coisa de bônus sobre os outros. Quem sabe uma vista grossa sob meus defeitos.

Com 17 anos nas costas fui atrás da minha “facilidade espiritual”, o meu desenvolvimento dentro da minha zona de conforto, afinal o que aquele senhor sabia?

Fui a diversos centros, templos e casas religiosas, em cada uma delas quando chegava me sentia em casa, tudo era perfeito, começava a estudar e de repente:

PAF! Dava de cara com a tal da reforma moral de novo, mudava de centro, de doutrina e tudo se repetia, pois sempre fui uma pessoa que gosta de estudar e conheço minhas dificuldades. Uma verdade que descobri durante esses anos. Todas as pessoas que convivem com vocês sabem dos seus defeitos, mas por educação não jogam na sua cara, pelo menos não em seu estado normal, em função disso pensamos que somos perfeitos e que a culpa é sempre do outro. Pura ilusão!

É como aquele ditado… Marido traído é sempre o último a saber. Você também vai ser o último a saber o que todos já falam nas suas costas.

Por isso a importância da auto reflexão continua e sempre lembrar das palavras de Jesus.

“Amai ao próximo como a si mesmo”.

Hoje com mais maduro e experiente entendo a importância da reforma íntima.

23h38 – Domingo. Estava me preparando para dormir, havia tido um fim de semana desgastante, tinha perdido a cabeça, ficado triste, nervoso, como qualquer ser humano. Realmente baixei muito minha energia, e com a preguiça batendo a minha porta e eu me dando o direito de ficar na fossa um pouquinho, afinal todo mundo tem esse direito, certo? Certo! Mas tem um preço.

Sentei na cama e através da minha visão espiritual, pude perceber um espírito se aproximando, ele tinha uma energia baixíssima, mas como eu também estava vibrando baixo conseguíamos essa conexão.

Ele era todo coberto de pelos cinzas, tinha uma cara animalesca e dentes afiados como se fosse um lobisomem. Babava, rosnava e grunhia coisas sem sentido.

Embora estar na presença dele fosse muito pesado mantive um contato para entender mais sobre aquela criatura e poder aprender sobre a situação, afinal eu que não ia dormir com ele ao lado da minha cama.

Não era uma criatura das trevas, mas um sofredor que aprisionado em seus sentimentos de raiva e ódio transmutou seu perispírito em uma forma animalesca.

(Quem tiver interesse em saber mais sobre essa transmutação pode pesquisar sobre “Licantropia no espiritismo”.)

Comecei a enviar luz e bons pensamentos, pedir ajuda para ele. Mas ele não ia embora. Fazia proteções e chamava a todos e nada. “Meus mentores e amigos espirituais sempre me dão uma mão, mas em grande parte eles esperam que eu resolva sozinho, me acompanham de longe. Afinal que mentor eles seriam se nas primeiras dificuldades, eles intervissem”

Foi quando pensei… Pera aí, eu estou mal, triste e com raiva como posso querer enviar para o outro, algo que nem mesmo eu fiz para mim?

Mudei o foco e comecei a me limpar e a pedir perdão para mim mesmo, pelas minhas atitudes e pensamentos, quando abri o olho para enviar tudo isso para o espírito que me acompanhava, ele havia sumido!

Quando fazemos o bem para nós mesmos isso se reflete no outro assim como o mal.

Já vi pessoas tomarem passe, fazerem tratamento e 5 minutos depois o sofredor ou obsessor já está de volta.

Não existe atalho, não existe facilidade. Você pode abanar a mosca da comida a vida toda, mas ela sempre vai voltar enquanto você não retirar o doce da mesa.

Vamos tirar de nós o que atrai toda essa tristeza, amargura e uma legião de problemas. É fácil? Claro que não! Não precisamos ter pressa, temos uma encarnação inteira e outra, e outra, mas precisamos começar!

Agora, nesse minuto. É um ótimo momento para começar!

Eu vou recomeçar sempre que cair, sem culpa nem medo.

Gratidão a todos pela oportunidade!

VISITA A UMA AMIGA

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Dia: Quarta-feira, Junho de 2015.

Horário: 20h00

Local: Hospital – São Paulo – SP

 

Já era tarde naquela quarta-feira, me preparava para ir para casa quando recebi uma ligação.

O esposo de uma amiga me ligara e me passava a triste notícia de que sua mulher estava internada no hospital com câncer já avançado. Após me recuperar do baque da notícia, ele me explicou por que demorara para avisar os amigos.

Sara era uma mulher madura, já nos seu 68 anos, batalhadora como poucos com quem tive a oportunidade de conviver. Possuía 5 diplomas universitários, um patrimônio para se viver confortável por no mínimo duas vidas. Materialista e convicta de suas crenças anti- espiritualistas, levou sua vida regada a muitos vícios, trabalhos e cigarros em excesso, e sempre guardando dinheiro, se privando muitas vezes de alguns prazeres, para que não faltasse no futuro.

Após ouvir toda narrativa de Josué sobre as condições de sua esposa Sara, me coloquei a disposição para visitá-la naquele mesmo dia. Terminei de fechar o escritório e me pus a caminho do hospital.

Enquanto me dirigia ao quarto, mil coisas se passavam em minha mente, o câncer é sempre uma notícia impactante na vida da gente.

Cheguei ao quarto 512, bati levemente na porta e entrei.

Sara estava sentada na cadeira do quarto tomando soro, estava bem abatida, já não tinha cabelos em função das várias aplicações de quimioterapia.

Embora feliz em me ver, uma tristeza desesperadora se abatia sobre ela, sentei a sua frente e nessa hora pude observar 3 obsessores conectados a sua mente, em função do baixo padrão de pensamento. Pensamentos terríveis passavam por sua mente, e a troca fluídica entre ela e os tristes espíritos iam ganhando força. Sempre que chorava  a troca fluídica aumentava. Eles olhavam para mim, pois sabiam que eu os podia ver, mas como não representava ameaça continuavam a vampirizar Sara.

Tentei por diversas vezes conversar com ela para que ela mudasse os padrões de pensamento, e afastasse-os de vez, mas ela sempre falava:

– Ah lá vem você de novo, com esse negócio de espírito, isso é coisa de gente que não tem o que fazer…

Pensei em dar um passe magnético para eles irem embora, mas logo retornariam. Por isso a importância de não só limpar, mas conscientizar as pessoas a terem pensamentos e hábitos sadios.

Nesse momento entra no quarto Ligia, uma grande amiga de Sara que por sinal é frequentadora de uma Casa Espírita tradicional de São Paulo.

Após algumas conversas, Ligia pergunta se pode dar um passe na querida amiga. Sara olha para mim com cara de deboche, dá uma risadinha mas permite o tal passe, deve ter pensado que se não aceitasse a amiga ficaria triste.

Quando Ligia começou a fazer a prece, entrou uma equipe de espíritos no quarto, lembro de ver que o espírito de uma moça loira que coordenava o trabalho, entrei em contato mentalmente com ela e ela me disse que fazia parte de uma equipe que atua em hospitais, para trazer consolo e força a pacientes e familiares, que passam por situações de doenças.

Quando Ligia começou a prece, eles vieram em apoio pela Luz que era emanada do quarto.

O que me faz lembrar da passagem de Jesus:

“Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles”

Mateus 18:20

O céu não desampara, está sempre disponível mesmo que não possamos perceber.

A oração e o passe terminaram e a equipe se retirou, Ligia e eu nos despedimos e fomos para casa em prece pedindo apoio a Sara e a família.

No caminho refleti bastante sobre o aprendizado, o quanto devemos ser responsáveis por nossas atitudes, pensamentos e ações.

Acreditar em Deus mesmo quando tudo parece estar errado.

Sara veio a falecer alguns meses depois decorrente do câncer de pulmão.

Foi um desencarne muito difícil, estive lá 30 minutos depois do ocorrido, mas essa história deixo para outra oportunidade, pois é uma lição a parte sobre conduta de vida, desapego e fé.

Gratidão a todos pela oportunidade.

ATENDIMENTO COM AUXÍLIO DE EXTRATERRESTRES

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Dia: 19 de Julho de 2014

Horário: 19h40

Local: Atendimento extra fora do horário normal da reunião – São Paulo – SP

 

10h30 – A reunião habitual de sábado terminara, todos ainda em clima de excitação e ansiosos para trocar experiências entre os participantes quando o telefone toca.

Era Djair, um amigo muito querido da nossa dirigente, que por vezes sumia sem dar notícia e aparecia depois de meses como se nada tivesse acontecido.

Djair é uma pessoa fantástica, homem de sessenta e poucos anos, solteiro, cheio de manias e ama sua profissão de taxista. Durante muitos anos Djair era um trabalhador assíduo do centro, mas após seu pai falecer, ficou descrente do espiritismo, e se afastou, embora todos nós tentássemos ajudar ele permaneceu irredutível, vinha nos visitar uma ou duas vezes por ano.

Nessa última ligação, porém, a notícia que trazia não era das melhores, estava com problemas de saúde, um dos rins já não funcionava e o outro estava comprometido, fora o stress mental em função do trabalho de taxista em dois turnos vivia a base de remédios para dormir.

Após alguns minutos de conversa, nossa Dirigente explica a situação e nos comunica que ele precisava de ajuda, infelizmente só poderia chegar às 18h00. Ela nos pergunta se estaríamos disponível para  trabalhar esse horário. Djair é daquele tipo de pessoa que não acredita na espiritualidade, mas quando a coisa aperta, vai atrás.

Eu me coloquei disponível para o trabalho. O marido da dirigente, Wilson, chegaria ao mesmo horário de Djair e como sempre se prontificou para o trabalho. Estamos pronto para ajudar e ficamos preparados para qualquer tipo de surpresa que pudesse acontecer.

19h00 – Nada de Djair, nenhuma surpresa para quem já o conhecia, famoso por suas longas conversas e também pela sua falta de pontualidade.

19h20 – Djair toca a campainha, após uma breve e perturbadora conversa descobrimos que o médico havia lhe dado mais 6 meses de vida A história já começava a ficar difícil. Após todos os preparativos começamos o trabalho…

atendimento-ET-5Wilson após a prece inicial incorporou um espírito de extraterrestre, uma característica de sua mediunidade é ter sintonia com esses Seres Nesta noite, em particular, vinha um ser que nunca tinha visto antes, era uma das formas astrais mais lindas e interessantes que já tinha tido a oportunidade de ver. Era um Ser formado por códigos e impulsos eletromagnéticos que percorriam todo seu corpo lembrando o filme Matrix. Ele possuía nos locais dos Chakras estrelas que enviavam de forma viva códigos para todo seu corpo astral, um show de luzes para quem podia ver através da clarividência.

atendimento-ET-2Foi pedido a Djair  a deitar no sofá, enquanto ele fechava os olhos e relaxava Wilson em sintonia com o E.T. começava o processo. A primeira coisa que fez foi expandir uma cópia do cérebro de Djair em uma espécie de holograma sob sua cabeça. Pude perceber nesse holograma, que várias parte do cérebro de Djair estavam apagadas, ao lado surgiu um tubo de luz com um código de DNA Com as mãos o Extraterrestre  movimentava alguns diagramas com formas hexagonais que lembravam membranas celulares, O Extraterrestre me perguntava mentalmente se eu estava o acompanhando, eu estava mais assustado do que presenciando, pois era fora do que eu chamo de padrão de trabalho mediúnico. Djair nessa hora se encontrava totalmente dormindo profundamente no sofá, ressaltando que ele nunca havia sentido absolutamente nada durante todos os anos de trabalho no centro.

atendimento-ET-3Após alguns minutos, todo esse esquema de códigos, DNA e luzes foram se incorporando ao perispirtito de Djair.

Após o trabalho o espírito desapareceu, encerramos  e agradecemos a ajuda do mentor Extraterrestre.

Djair continuava dormindo, tentamos acordá-lo, mas ele parecida sedado, após 5 minutos ele acordou mas não conseguia se mover e não sentia as pernas e estava sonolento. Nosso amigo Djair foi voltar a estar em condições de dirigir apenas as 0:30hs.

Ele disse que sentiu como se tivesse sido operado, a mesma sensação da volta de uma anestesia.

Debatemos sobre as percepções, pois nunca tínhamos presenciado algo assim, os Extraterrestres que normalmente trabalham com o grupo, sempre trabalham com cura quântica, indo a partículas mínimas e reestruturando tudo, causando mudanças de padrões nas pessoas assistidas, vibrando a nível planetário, pelo bem a nível micro e macro.

Como Djair é de sumir e não avisar, até hoje não o vi mais, mas tive noticias que estava vivo e bem em dezembro de 2015.

Tive outros trabalhos com a participação de extraterrestres que vou contar posteriormente.

Temos que abrir nossa mente e nos livrar dos preconceitos para permitir o auxílio desses mentores que vem para nos expandir a consciência e nos mostrar uma nova forma de ver a humanidade e nosso planeta. Nosso somos todo um, irmãos de alma, ferir o outro é ferir a si mesmo, curar a si mesmo é curar o outro.

Gratidão pela oportunidade, sempre.

Luz e paz para todos.

ORAÇÃO DE PROTEÇÃO – ARCANJO MIGUEL

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Dia: 20 de Abril de 2013

Horário: 09h00

Local: Atendimento durante reunião espírita – São Paulo-SP

arcanjo-miguel-etapaAbrimos a reunião com a prece de costume e começamos os atendimentos, a terceira pessoa a ser atendida era Luiz, vinha à reunião pela sua segunda vez. Um homem de seus cinqüenta e poucos anos, casado e pai de dois filhos. Feliz, mas como costumamos ver muito por aí, sempre reclamando. Não sabia explicar, mas algo sempre o incomodava, era frequentador assíduo de um centro de umbanda no ABC paulista. Já era um trabalhador da casa, embora tivesse uma mediunidade já desenvolvida trabalhava como Cambono*.Isso o deixava um pouco irritado, foi aí que conversando com amigos, conheceu nosso trabalho e começou a frequentar.

Assim que ele sentou na cadeira de atendimento, a dirigente do nosso trabalho me chamou para cuidar do Luiz.

Posicionei-me a sua frente e pela clarividência pude perceber uma espécie de colar de palha, cheio de penas e com um saquinho de couro amarrado. Algumas sanguessugasestavam presas no tórax dele. Indaguei sobre o Patuá*,pensando que provavelmente ele havia pedido uma espécie de proteção a alguma entidade, mas Luiz rapidamente negou dizendo que não pedira nada, e rapidamente perguntou se de alguma forma poderíamos tirar aquilo que se fazia presente em seu perispirito.

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Nesse momento apresentou-se uma entidade de aparência um pouco grosseira, mas de boas intenções. Conversando comigo o espírito disse que poderia ajudar a retirar o Patuá, pois o mesmo conhecia esse tipo de objeto. Ele então começou a fazer o contato de incorporação, e eu permiti, sentindo aquela energia ele incorporou em mim totalmente, assumindo a frente do trabalho dirigiu-se para perto de Luiz, quando a entidade foi esticar sua mão para passar no pescoço dele sua mão foi repelida instantaneamente. Como estava conectado com ele pude sentir fisicamente como se fosse uma descarga elétrica, um choque! Ele ainda tentou por três vezes sem sucesso.

O espírito intrigado se afastou e desconectou-se de mim. Eu pude perceber que ao redor de Luiz havia varias espadas formando um círculo, e vinha na minha mente “Arcanjo Miguel”.

Perguntei a ele:

– Luiz, por um acaso você fez alguma oração para Arcanjo Miguel?

– Ah, verdade. Estou fazendo uma de proteção, que preciso seguir por sete dias. Por quê?

– Ao seu redor, existe um círculo formado por espadas e o espírito que iria trabalhar para sua limpeza não consegue atravessar. Preciso que você e todos aqui em apoio peçam permissão a Egregora para poder removê-las temporariamente.

arcanjo-miguel-espadas2Fizemos o pedido e as espadas sumiram, o Espírito voltou a incorporar em mim e pudemos remover o Patuá e as sanguessugas. Após o trabalho, as espadas voltaram a aparecer ao redor dele.

Na semana seguinte a proteção não estava mais, já haviam desaparecido passado os sete dias, embora sejam muito eficientes essas preces, como pudemos ver, precisa existir uma constância, pois os efeitos dela passam, é preciso estar em um estado de prece e gratidão permanentes, a tão falada reforma íntima.

Entretanto o que me intrigava nessa história é quemesmo com a prece Luiz ainda continuava com objetos em seu perispirito, foi feito uma proteção em volta desta “sujeira”.

A espiritualidade apresentou-se e esclareceu a informação:

“Quem suja nossa energia somos nós, através de nossas atitudes e pensamentos, dos péssimos hábitos de ordem moral.A prece é eficaz sim sempre que dita com sinceridade.A oração protege a pessoa dos espíritos que ainda se obstinam no mal, mas não faz a limpeza e a conversão moral, isso é papel do empenho diário em nossa reforma íntima, de trocar péssimos hábitos por bons.Seria muito fácil nos mantermos acomodados em nossas dificuldades, e apenas fazendo prece sem o menor esforço para a mudança.Tudo caminha junto o esforço no bem e a prece, um apoiando o outro no progresso individual de cada um de nós encarnado ou desencarnado”.

Agradeci ao espírito pela informação, hoje continuo com minhas preces, mas sem esquecer que é preciso de ação para extirpar velhos e péssimos hábitos nocivos a nossa energia pessoal.

Luiz precisa seguir também nesta reforma íntima para eliminar os sentimentos que o incomodam.Ele sempre criará uma proteção em volta de si,mas os padrões inferiores continuarão brotar da sua imperfeição moral.

Muito agradecido, pelo apoio e oportunidade de compartilhar a experiência.

A PRÁTICA DO HO’ OPONOPONO

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Olá pessoal!

Hoje trago para vocês um texto diferente. Muitas pessoas tem me perguntado sobre a prática do Ho’ oponopono: Se eu conheço, se já tive a oportunidade de fazer, se fiz o que pude ver durante o processo, se funciona e para que funciona.

Conheci a prática do Ho’ oponopono há uns três anos, por intermédio de um amigo que dizia ser uma prática milagrosa de cura e bem estar. Na verdade, embora tenha uma sensibilidade que me facilite perceber e ver espíritos e energias, eu sou muito cético.

Meu amigo me explicou como funcionavam as mágicas palavrinhas: Sinto muito, Me perdoe, Te amo e Sou grato.

Achei muito simples demais, não acreditei que pudesse funcionar, mas precisava experimentar. Comecei fazendo com as pessoas que eu tinha algumas dificuldades de convivência. Repetia as palavras pensando na pessoa.   O resultado foi excelente, não só o convívio com estas pessoas havia melhorado, como em várias outras áreas da minha vida estavam fluindo maravilhosamente bem depois de começar a fazer a prática.

Comecei a expandir a técnica para cada problema ou dificuldade que cruzava o meu caminho. Perguntava-me: “de que forma eu contribui para causar essa dor ou problema?”.

Novamente o Ho’ oponopono me surpreendeu e consegui resultados formidáveis com os que me rodeavam tanto espiritualmente quanto fisicamente. Alguns conhecidos chagavam até a dizer: “nossa estava perdida, mas de repente me veio uma solução na minha cabeça. Que alívio!”.

Como desejar, pensar e até falar: Sinto muito, Me perdoe, Te amo e Sou grato para aquelas pessoas que nos machucam, enganam e continuam fazendo atrocidades em nossas vidas. Como fazer Ho’ oponopono a um ladrão, ou malfeitor? E que responsabilidade eu teria se ele que decidiu matar ou roubar? Não estaria mentindo? Não soaria falso?

Será que de alguma forma não julgamos os outros de forma gratuita? E esses julgamentos não influenciam as pessoas? Não cometemos pequenas infrações que achamos normais?

Uma vez fiz Ho’ oponopono para uma pessoa que havia perdido a perna em um acidente, o carro passou no farol vermelho e a atropelou. Será que nas vezes que eu passei no farol vermelho achando que daria tempo, não auxiliei de alguma forma que isso gerasse uma reação em cadeia? Hoje todas as nossas ações geram ondas no universo, por isso devemos vigiar nossas atitudes: “Amai o próximo como a si mesmo”.

A Espiritualidade se manifestou em um dia de manhã, ajudando-me a esclarecer o processo do Ho’ oponopono.

Como sempre digo essa é a minha impressão dos fatos e fico feliz de compartilhar para auxiliar no crescimento de todos, inclusive a minha própria.

O Planeta hoje se encontra em outra vibração, a humanidade após séculos de batalhas e conflitos atingiu um patamar de conhecimento e frequência, o que facilita a manipulação de energias e contatos com outros planos e realidades.

Quando pensamos, trabalhamos com essa energia, modificando-a. Podemos auxiliar ou prejudicar uma pessoa, dependendo da intensidade e intenção.

No caso do Ho’ oponopono, através do pensamento e sentimento fazemos essa transmutação.  Repetir sem sentir as palavras: Sinto muito, Me perdoe, Te amo e Sou grato não faz nada acontecer. É preciso vivenciar o que se diz, pois só assim podemos nos curar e auxiliar os outros.

Então cada uma das palavras da prática do Ho’ oponopono devem ser sentidas e para serem sentidas devem ser compreendidas. Abaixo segue o sentimento que devemos trazer em nosso coração a cada palavra dita:

Sinto muito – “Se de alguma forma eu contribuir para o seu problema, sua dor ou situação desagradável em que se encontra”. Traga para dentro de você esse sentimento sinta a compaixão tomar conta de você.

Me perdoe – “Por ter feito isso com você mesmo que inconscientemente, pois assim como você e outros, ainda estou aprendendo, eu me perdoo”. Peça perdão com sinceridade e se perdoe com a mesma intensidade, nessa vida todos nós erramos. O perdão é um processo natural da evolução.

Te amo – “Como criação divina, assim como eu tenho o direito de viver você também o tem, somos todos irmãos e filhos de Deus, do universo e assim como amo o Criador amo sua criação”. Sinta o amor pela criação divina, não pense na pessoa que habita momentaneamente esse corpo, e sim no ser imortal, luz da criação.

Sou grato – “Pela oportunidade de estar aqui podendo restaurar em mim e em todos aqueles a quem prejudiquei consciente ou inconscientemente, a minha paz e luz”. Sinta enorme gratidão pela oportunidade do conhecimento e agradeça o crescimento.

O Ho’ oponopono pode ser feito todos os dias, perdoando a nós mesmos de nossas dificuldades e assim refletindo no outro. Somos todo um.

Obtive experiências gratificantes em fazer a prática também para desencarnados.

Gratidão pela oportunidade de compartilhar sempre.

TRANSMUTAÇÃO PELA CHAMA VIOLETA

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Dia: 07/05/2016

Horário: 9h00

Local: Reunião espírita – São Paulo-SP

 

Durante o atendimento espiritual a uma amiga que estava com dificuldades respiratórias, a Espiritualidade que auxiliava e amparava o tratamento me passou, por meio do contato mediúnico, um exercício de transmutação pela chama violeta. Era uma prática de mentalização e conscientização interna,com o intuito de mudarmos a frequência energética de qualquer órgão do nosso corpo que se encontre em desarranjo.

No caso da amiga em questão, se tratava do pulmão já castigado pelos anos de uso do cigarro e sentimentos de mágoa profundos. Essa prática pode ser realizada em qualquer parte do corpo.

Frequentemente não percebemos que cada órgão do nosso corpo é formado por milhares de células aglomeradas com o mesmo padrão energético. Um grupo de células reunidos no mesmo padrão formam os órgãos, assim como nós somos como células no universo. Essas células vibram em uníssono com os outros órgãos e o nosso corpo como uma orquestra composta de diversos instrumentos.

Qualquer padrão de pensamento modifica a maneira dessas células vibrarem, fazendo com que se dissipem, regenerem-se ou danifiquem-se. Os danos podem se agravar em nossos órgãos se ficarem com essas influencias vibratórias por muito tempo.

Já pude perceber durante muitos atendimentos uma variação muito grande de efeitos do nosso pensamento em nosso corpo. Órgãos extremamente danificados e outros com curas “milagrosas” nos fazendo refletir sobre as sabias palavras de Jesus, pelo apostolo Lucas:“e disse-lhe: Levanta-te, e vai; a tua fé te salvou.” Lucas 17:19

Jesus já nós ensinava o quanto somos responsáveis pelo nosso corpo.

Segue a baixo como realizar esse exercício. Leia-o calmamente antes de fazer. As ilustrações vão auxiliar na visualização:

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Primeiro passo: devemos sentir imensa gratidão pelo nosso corpo e pelo órgão ou região que precisa de auxílio, pois ele sempre nos serviu bem, sempre trabalhou para nos manter vivos e com saúde. Fazer a visualização do nosso órgão do jeito que está hoje após anos de funcionamento. Agradecer imensamente e sentir este sentimento no coração. Fazer essa reflexão por alguns minutos deixando fluir essa sensação.

 

 

 

transmutacao-pulmao-p2Segundo passo: Após prepararmos o terreno com nossa mais sincera gratidão, devemos pedir permissão a Deus, depois a toda Egrégora de Saint Germain que é quem trabalha com a chama violeta nesse planeta e ao nosso corpo. Assim teremos permissão para fazer as transformações necessárias.

Nota: Pedir permissão é necessário, pois uma vez fui fazer um exercício semelhante, acompanhado de um espírito, eu precisava entrar em contato com minhas células para fazer uma cura, mas quando cheguei a encontra-las após uma meditação interna e pedi para elas se modificarem elas simplesmente disseram que “não”, pois se eu tinha o direito de fazer o que quisesse, elas também tinham. Essa foi a maior prova que nossas células são impregnadas com nossos padrões de pensamento e não basta apenas chegar lá e dizer faça, se todo nosso padrão é “não fazer”.

Nesse momento envolvemos nosso órgão em chamas violetas reluzentes e vividas, que gradualmente vão tomando toda extensão do nosso órgão. Sinta as labaredas envolvendo, queimando e transformando as toxinas em luz.

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Terceiro passo: Mentalizar sob o órgão em chamas o símbolo da cruz de malta de Saint Germain. Para que todo esse processo seja amparado por ele e sua equipe.

A equipe espiritual que me passou o exercício pediu para essa chancela ser usada, pois em função da chama violeta estar sendo usada muitas vezes sem conhecimento por várias pessoas ao redor do mundo. Muitas entidades trevorosas aproveitam e se infiltram durante o processo para colocar implantes. Já com a proteção de Saint Germain isso não acontece.

 

 

transmutacao-pulmao-p4Agora absorvamos todas as chamas e a luz com nosso órgão, o imaginemos totalmente refeito e trabalhando em sua mais plena condição.

Esse processo no começo pode demorar, pois precisamos nos sintonizar com nós mesmos e essa viagem interna pode ser dolorosa, pois é mais fácil ver o defeito nos outros do que em nós mesmos. Com o tempo esse processo da gratidão fica automático, na velocidade do pensamento.

Espero que seja de grande ajuda, da mesma forma que foi para mim.

Mais uma vez agradecido pela oportunidade de compartilhar e aprender.

IMPLANTES ESPIRITUAIS – Negativos

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Implantes espirituais sempre geraram muitas discussões, uns acreditam outros não.

O mais importante é sempre o respeito a todas as opiniões, estudar e procurar aprender sempre, pois ninguém é dono da verdade absoluta.

O que vou relatar aqui é apenas minha experiência com o que vi e tive a oportunidade de conversar com os espíritos durante as reuniões em que participei.

Em primeiro lugar, já vi implantes e dispositivos espirituais que foram colocados para auxiliar pessoas, mas também já vi alguns que foram inseridos para prejudicar.

Já os vi sendo colocados por desencarnados e também por encarnados, em todos os casos sempre há sintonia entre quem coloca e quem recebe, mesmo que o processo seja inconsciente.

Hoje vou descrever um caso em que trabalhei: uns 2 anos atrás, um encarnado colocou um implante em outro encarnado e infelizmente por falta de experiência na época tomei uma decisão que hoje não tomaria para resolver o problema.

Data: Outubro de 2013

Horário: 09h00

Local: Atendimento durante reunião espírita – São Paulo – SP

 

A reunião já avançava nos atendimentos, nesse sábado em especial, um dos rapazes do grupo, trouxe o pai para conhecer o trabalho, pois o mesmo sempre tivera dificuldades na vida que considerava intransponíveis.

Jorge, na casa dos seus 50 anos, era divorciado, não tinha um local fixo para morar, hora morava com um dos filhos, hora com a namorada e por muitas vezes com a mãe. Vivia mudando de emprego, não conseguia um emprego que o fizesse manter-se sozinho, além disso, era usuário de drogas.

Quando Jorge sentou na cadeira, já percebi pela clarividência áreas do seu perispirito bem escuras, como as regiões do estomago, pulmões, garganta, rins, cabeça, entre outras. Alguns espíritos ainda presos aos vícios de Jorge o acompanhavam, mas ficaram de longe apenas observando.

Foi quando a equipe espiritual, que trabalhava comigo naquele dia, me chamou a atenção para a região atrás da cabeça de Jorge.

Existia uma espécie de aparelho, que se assemelhava muito a um processador de computador, desse aparelho saiam micro ligamentos que eram conectados a algumas partes do cérebro. Da parte de baixo desciam conexões mais extensas que desciam pela coluna e se conectavam com os rins, que de vez e outra, dependendo do pensamento, soltava uma descarga eletromagnética que paralisada temporariamente um dos rins. Voltei minha atenção ao dispositivo grudado na cabeça.

Com o apoio da espiritualidade comecei a perceber que os pulsos eletromagnéticos do aparelho eram convertidos em padrões de pensamento que diziam “Você é um vagabundo, nunca vai conseguir nada e ninguém vai te suportar” essas ondas bombardeavam o cérebro de Jorge. Comecei a falar com ele:

– Jorge como você se sente? Você se acha um vagabundo que não consegue um emprego e uma companheira?

Nesse momento Jorge desaba em lágrimas, há tempos ele precisava soltar isso.

Com Jorge em um estado menos “fechado” consegui estudar o dispositivo, e percebi que aquele dispositivo tinha sido colocado pela própria mãe.

Não de forma consciente, mas durante a adolescência e até os dias de hoje vinha colocando esses comandos na cabeça de Jorge e isso foi se moldando a sua vida.

Com o conceito de que devemos sempre acatar as ordem dos pais, acabamos muitas vezes sendo vítimas. Nossos pais são seres humanos e falíveis de erros, se não aprendermos a bloquear alguns comandos, muitas limitações serão passados continuamente de pais para filhos.

Eu já não sabia distinguir o real vício dele, pois em função desse padrão de pensamento ele movia toda sua vida, fazendo tudo com raiva, como se quisesse mostrar ao mundo que não era o que a mãe sempre disse a ele. Quando tudo dava errado ele mesmo repetia que era um “vagabundo desgraçado”.

Diante desse quadro, me comuniquei com a equipe espiritual para tirarmos isso dele, o espírito me perguntou se eu tinha certeza do que eu queria: “Claro! Como posso deixar uma pessoa assim?!”

Já tive várias oportunidades durante os anos de trabalho espiritual e todas elas me ensinaram algo. Se um Espírito perguntar para você se você tem certeza, é melhor pensar de novo se tem mesmo. Toda vez que agi sem pensar o resultado foi negativo.

Incorporei esse amigo espiritual, fui observando o jeito que ele fazia, para remover o implante, esse amigo trabalhava com desobsessão e não com a parte cirúrgica. O espírito puxou o aparelho do perispirito com tanta força que fez um buraco no local, uma ferida enorme. Pedi auxílio às demais pessoas do grupo e fizemos uma doação de ectoplasma,  fechamos o ferimento, embora Jorge tenha saído com um pouco de dor de cabeça, tinha certeza que as coisas melhorariam para ele. A reunião se encerrou, fomos todos para casa.

Na semana seguinte perguntei ao rapaz sobre seu pai.

 

Fiquei estarrecido com a resposta: Jorge saiu da casa do filho no sábado a noite após a reunião e só voltou a dar noticias na quarta-feira, quando ligou drogado da casa da namorada.

Fiquei pensando no que poderia ter dado de tão errado.

Jorge nunca mais voltou à reunião, pude encontrá-lo na rua algumas vezes e vi que o dispositivo havia voltado e a situação se mantinha do mesmo jeito.

Conversei com a espiritualidade sobre o ocorrido.  Eles me esclareceram e assim pude perceber a minha falha.

Não podia ter tirado o dispositivo de uma vez, toda vida de Jorge era baseado nesse conceito, quando tiramos, ele mesmo disse tempos depois que sentiu um vazio enorme na alma como se nada fizesse sentido, inconscientemente voltou a fazer tudo àquilo que o fazia se sentir mal, pois era o que conhecia o que estava acostumado e o que movia sua vida, voltou a brigar com a mãe e isso o fazia ter força para fazer suas tarefas.

Podíamos ter começado com idéias novas, de valorização pessoal, reforma íntima, mas optei por tentar resolver tudo no mesmo dia. Infelizmente não deu certo.

Percebo cada vez mais a nossa responsabilidade com nossos filhos e a ligação que os pais têm conosco.  Como um comando familiar tem tanta força e uma frase mal intencionada repetida diversas vezes pode prejudicar nossos filhos durante anos em relacionamentos e empregos.

De tudo isto, fica a lição prestarmos muita a atenção com aquilo que passamos para nossos descendentes.

Contínuo estudando sempre  para não cometer mais erros  assim.

Tudo na vida é bom, se não é benção, é lição.

Gratidão sempre