Fala, pessoal, faz tempo que não apareço por aqui. Mas isso não significa que parei com meu trabalho com a espiritualidade. Digamos que estou naquele eterno conflito entre fazer o que eu quero e fazer aquilo que é preciso. Nos últimos meses, acabei me dedicando mais à transição de trabalhos espirituais e, junto com isso, têm aparecido muitos atendimentos para fazer com as pessoas, de forma presencial e à distância. O que, com a minha rotina, tem ficado difícil conciliar o tempo com os textos e desenhos. Mas aqui vão alguns desenhos que fiz, mas ainda não terminei os textos. Seria uma forma de trailer do que está por vir… rs. Na medida do possível, vou mantendo vocês informados, pelo Facebook ou blog. Que Deus abençoe todos vocês.

Depurando Minha Fé

Boa noite meus irmãos.

Quero contar um pouco sobre como minha fé foi se fortalecendo e se consolidando ao longo dos anos. O ato de crer em Deus, para mim, não está vinculado a nenhuma religião, se tornou um movimento natural, como respirar, acordar e dormir. Essa visão me ajudou muito a me unir com meus irmãos de outras crenças, permitindo que eu crescesse estudando e aprendendo a ver Deus por outros olhos, culturas e crenças — o que só enriqueceu a minha caminhada.

Hoje, acredito em um Deus que está acima de tudo, e em todos os seres vivos como nossos irmãos. Consigo perceber, sem me irritar como antigamente, com um irmão que está passando por uma prova ou uma caminhada que já vivenciei, sem precisar fazer uma crítica. Apenas faço uma prece e emano energia para que ele consiga suportar e crescer com aquele aprendizado.

Pude entender que, quando fazemos algo de bom sem pretensão, apenas porque achamos que é certo ajudar, Deus — ou o universo, como queiram chamar — sempre nos devolve. Durante muito tempo, achei que seríamos recompensados pelas mesmas pessoas que ajudamos ou para quem fizemos algo de bom. Mas, aprendi que tudo o que fazemos é para Deus, ou entregamos ao universo, e tudo sempre volta, mesmo que em situações ou pessoas diferentes.

Cansei de esperar algum tipo de retorno de pessoas que nem percebiam, quando esse retorno chegava pelas mãos de outros. Não foi apenas uma vez que recebi um presente ou uma mensagem de uma pessoa, mas, na energia, eu sabia que era de outra.

Costumo dizer que só existe um patrão, e é Deus. Quando fazemos algo para Ele, e quando recebemos, é Ele quem envia. Estar atento aos sinais fez toda a diferença na minha vida. Vou contar um caso que aconteceu comigo alguns anos atrás.

Eu estava em casa, tomando meu café da manhã, quando o telefone tocou. Era um amigo com quem eu não falava há meses. Naquela época, eu mantinha um site de conteúdo e trabalhava com a venda de espaços publicitários. Ele havia adquirido alguns anúncios, mas acabou ficando me devendo um valor. Como não era uma quantia significativa, preferi deixar pra lá.

Quando atendi o telefone, ele me falou: “Balta! Quanto tempo, cara. Juntei uma grana e estou acertando as dívidas que estavam penduradas. Eu acredito que fiquei te devendo algo, não foi?”

Comentei que sim, mas que não precisava pagar — era só um resquício do último pagamento, e que estava tudo certo. Ele insistiu, conversamos, e chegamos a um valor de R$ 350. Ele disse que faria a transferência, eu agradeci e desliguei o telefone. Ainda pensei: “Como tenho sorte! Acabei de acordar e já ganhei dinheiro” (risos).

Antes de eu chegar à cozinha, o telefone tocou novamente. Pensei: “É ele de novo, deve ter esquecido de pedir meu CPF para a transferência.”

Atendi o telefone:

— Fala, esqueceu o CPF, né?

— Balta? Aqui é o Jorge, pode falar.

Caramba, era outro amigo meu. Pedi desculpas e começamos a conversar.

— Balta, desculpa incomodar. Eu não costumo fazer isso, mas, infelizmente, estou passando por algumas dificuldades. Meu carro quebrou, e preciso de uma peça para poder trabalhar. Você poderia me emprestar o dinheiro? Te pago no quinto dia útil.

— Claro que sim. De quanto você precisa?

— R$ 350.

Nessa hora, eu entendi tudo. O que eu tinha recebido antes não era para mim — era para ele!

Eu passei o dinheiro para ele e disse: “Não precisa me pagar, esse dinheiro é seu”, e contei a história. Ele me contou que estava rezando desde cedo para Deus dar uma luz.

Hoje, agradeço por ter passado por isso. Virou minha bússola quando tudo está difícil. E pode acreditar: sempre teremos dias nublados nesta vida. Mas o importante é não esmorecer. Continuar acreditando e entregando o nosso melhor — para todos! Deus e o universo estão sempre de olho. Todos somos instrumentos de algo maior.

Em uma semana em que o tema da reunião foi , que essa história possa inspirar vocês a continuarem sorrindo e acreditando.

Gratidão!

Minha experiência com Vidas Passadas – Parte 01

Dia: 03/02/2025

Olá, pessoal.

Hoje vou responder a um e-mail que recebi há uns dias. Achei um tema muito bacana, embora eu não tenha muito conhecimento, já tive algumas experiências.

A Simone me enviou a seguinte pergunta: “Temos como saber o que vivemos em outras vidas? Você já teve essa experiência?”

Não sou conhecedor do assunto, e não tenho a pretensão de ensinar algo, apenas irei relatar a forma como aconteceu comigo a experiência de vidas passadas.

Tenho conhecimento de umas 5 ou 6 vidas minhas passadas, na grande maioria não fui uma pessoa muito boa, errei de diversas formas, mas acredito que melhorei e ainda estou nesse processo de purificação.

Comigo acontece da seguinte forma: ao me deitar, inicio uma meditação para sair do corpo. Às vezes consigo sair durante a meditação; em outras, isso acontece depois que pego no sono.

O primeiro sinal que tenho quando estou fora, a visão do sonho passa a ser a minha como se eu estivesse vivendo tudo aquilo. Segundo passo é virar a palma da mão para cima e olhar, se eu consigo fazer isso, pronto, estou fora do corpo.

Nesse momento, normalmente aparece um mentor que me guia nessa viagem, por vezes sinto um aperto no peito de ansiedade.

As regressões guiadas por esses mentores são como um filme em 3D, onde sou capaz de ver tudo como se estivesse realmente vivendo aquela experiência. Sinto cheiros, gostos e consigo acessar minha memória da época, sabendo o local, o tempo e a profissão. No entanto, não consigo mudar nada; meu corpo age como se já houvesse um roteiro. Fico vivendo aquilo de forma passiva e consciente. Consigo me virar e perceber tudo à minha volta, e até olhar para os lados, o que enriquece ainda mais minha experiência.

Na minha primeira experiência, andei com um mentor até chegarmos em uma cozinha, com uma mesa e 2 lugares, me sentei em uma das cadeiras, estava aguardando algo, quando de repente, Chico Xavier entra, e se senta ao meu lado. Fiquei muito confuso, pois sentia uma energia maravilhosa vindo dele, e mesmo a energia sendo boa, não era a energia de Chico.

Eu o indaguei: “Amigo, sei que você é um espírito bom, mas com certeza não é Chico Xavier!” Ele sorriu e se transmutou em outro mentor, amigo meu. Nesse instante, ele empurrou um livro em minha direção e disse: “Abra e leia!”

Quando abri o livro tinha um “X” bem grande na página, e abaixo um texto. Comecei a ler o texto e, à medida que avançava, fui me sentindo angustiado e com vontade de chorar. Continuei a leitura, mas de forma repentina e estranha, fechei e o empurrei para longe, gritando: “Esse texto é a minha história, eu já disse que não quero saber!”. O mentor explicou: “Você precisa conhecer para poder resolver, hoje você não é mais essa pessoa.”

Acordei imediatamente, e aquela lembrança de alguma forma me causava muita dor, era como se meu espirito respondesse por mim, eu sentia minha dor e raiva. Como se o texto tivesse despertado uma parte inconsciente do meu espirito.

No dia seguinte, conversando com um amigo médium ele disse: “Balta, esse “X”, e a imagem de Chico Xavier, podem ser um sinal, existe uma coleção de livros psicografados pelo Chico que foram assinadas pelo “Irmão X”. Acho que vale a pena você ler alguns, pode ser importante para seu processo.”

Resumindo a história, pela dor de alma que eu senti nesse processo, eu preferi deixar isso para depois, existem 2 pontos nisso tudo:

Primeiro: eles nunca me mostrariam algo que eu não tivesse plena condição de resolver.

Segundo: às vezes romantizamos as vidas passadas, mas pela minha experiência a grande maioria de nós, éramos muito piores do que somos hoje.

Esta foi a primeira vez, de forma leve, que tive a chance de interromper o processo. As demais, como já estava imerso na lembrança, tive que vivenciar até o fim. Nos próximos textos, irei compartilhar outras vivências que tive, as quais são mais completas do que esta, mostrando como as pessoas que estiveram comigo no passado voltaram a cruzar meu caminho nesta vida, para que eu pudesse ter a chance de corrigir situações. Algumas consegui, outras não fui forte o suficiente.

Como descobri que sei preparar um mosquete, ou como são lugares em que nunca estive, ou ainda como funcionava uma estratégia para capturar fugitivos. Muitas dessas situações vivi nas minhas experiências. Após terminá-las, fui à internet pesquisar e encontrei exatamente a mesma forma como eu havia feito. Para mim, isso já é uma forma de confirmação.

Mais uma vez, minha intenção é apenas compartilhar minha experiência, para que, se alguém se sintonizar com essas informações, possa agregar à sua vida.

Gratidão pela oportunidade.  Que Deus abençoe sempre.

Dia: 09/12/2024

Olá, pessoal! tudo bem?

As últimas semanas foram muito bacanas e educativas em relação a espiritualidade. Enquanto eu tatuava, tive a oportunidade de conversar e aprender muito com a maioria dos meus clientes, em cada conversava pude aprender sobre espiritualidade pelo ponto de vista deles – espíritas, espiritualistas, evangélicos, católicos e tantos outros. Foram conversas desprendidas de julgamentos e preconceitos, onde cada um pôde expressar sua opinião baseada em suas experiências de vida.

Foi muito elucidativo, pude mais uma vez entender que vários caminhos levam à Deus, e que se brigamos eventualmente por conta da religiosidade que se apresenta em diversas formas, é devido aos medos humanos e de nossas imperfeições. Se tivermos olhos para ver, ouvidos para escutar e conseguirmos afastar o ego, perceberemos que todos nós desejamos o mesmo.

Durante essas conversas recordei algumas experiências espirituais que trilhei desde o começo, em contato com variados tipos de espírito e situações. E enquanto recordava tais experiências, eu pensava “preciso escrever sobre essa história”; conversava mais um pouco e “nossa, mas essa história iria ajudar muita gente”; eram tantas lembranças e vivências., que acabei me perdendo…rs

Hoje que era dia de escrever e desenhar mais uma história, não lembro de nenhum tema (rs), então vou propor algo para vocês. Existe algum tema que vocês tenham curiosidade em saber?

Quem se sentir confortável em escrever o tema nos comentários pode fazer, quem quiser também pode enviar por mensagem no facebook ou para o e-mail:  caminhaeespiritual@gmail.com – sim!! é “EE” criei esse e-mail há tempos, e quando percebi o erro, já era tarde, hoje recebo muitos e-mails por ele, e resolvi não mudar.

Gratidão pela ajuda!

Que Deus abençoe sempre.

Alinhamento e Frequência Energética.

Dia: 25/11/2024

Hora: 19:30hs

Hoje logo pela manhã, recebi uma mensagem de um grande amigo pelo whatsapp me contando que algumas coisas na sua vida estavam paradas e não iam para frente, como hoje é dia de reunião me coloquei a disposição para auxiliá-lo. E durante meu café da manhã fui intuído sobre o tema a ser trabalhado hoje.

Alinhamento e Frequência Energética.

Muitas vezes ficamos presos e dependentes do que chamamos de processo mediúnico, onde precisamos da intervenção de um espírito através do médium para nos dar uma orientação, ou mesmo de um passe energético para limpar os miasmas que geramos ao redor do nosso períspirito, por causa do nosso baixo padrão de pensamentos.

É comum esquecemos que também somos espíritos temporariamente, encarnados em corpos materiais, para através de experiências na matéria depurarmos nossas imperfeições.

Hoje em dia, durante a reunião mediúnica, eu trabalho uma parte incorporado e outra parte com eles ao meu lado, onde eu também sou o agente transformador, e posso utilizar a minha experiência como espírito para promover a melhora das pessoas e a minha própria.

Trabalhar com espíritos é uma experiência incrível, e sempre aprendemos muito, mas também é importante que consigamos fazer isso por nós mesmos, acessando nossa essência espiritual, transformando e alinhando nossa frequência energética.

Por que algumas vezes desejamos algo e expressamos pela boca, mas toda nossa frequência vibra para o lado oposto do que pedimos?

Já vi casos em que a pessoa desejava ardentemente um emprego maravilhoso com uma ótima remuneração, mas intimamente não se sentia capaz ou merecedor de ter tal emprego, e essa sensação de medo e incapacidade era emanada por ela para o universo e para todos ao seu redor. As pessoas que a rodeavam podiam até não sentir exatamente o que era, mas sabiam que algo com ela não estava certo, e assim ela continuava sem conseguir o que falava que queria – típico exemplo de desalinhamento de frequência. Falamos algo, que no íntimo ainda não nos sentimos pronto, somente com uma investigação intima e verdadeira podemos perceber.

Certa vez eu precisava receber dois pagamentos que estavam atrasados, ao ligar para cobrar, me responderam que ainda não tinham o dinheiro. Fiquei muito chateado, e então lembrei que a energia do dinheiro muitas vezes tem a ver com a energia paterna, e naquela ocasião eu não falava com meu pai fazia meses. Peguei o telefone e liguei para ele, quem sabe uma conversa poderia me ajudar. Conversamos alguns minutos e no final disse à ele que o amava, realmente me senti muito bem em fazer aquilo. Ao desligar o telefone, 30 minutos depois, um dos pagamentos caiu, e até o fim do dia o outro também havia caído – esse exemplo não é sobre perdoar o pai para receber dinheiro atrasado…rs. mas, em liberar uma energia que me prendia e impedia que eu vibrasse quem eu realmente era.

Existe uma passagem tanto na bíblia quanto no evangelho que nos ajuda a compreender o processo de mudança de frequência:

“Portanto, se você estiver diante do altar no templo, oferecendo um sacrifício a Deus, e de repente se lembrar de que seu irmão tem alguma coisa contra você, deixe seu sacrifício ali, ao lado do altar, vá e faça as pazes com ele, depois volte e ofereça o seu sacrifício a Deus”. Mateus 5:23-24

Seria mais ou menos:

“Perdoe aquilo que precisa ser perdoado, para você voltar a pertencer à você mesmo. Livre e com leveza chegará a Deus com seus desejos.”

Fiz isso diversas vezes e sempre tive ganhos maravilhosos em minha caminhada nessa vida, aqui mais uma vez reitero a importância do contato com mentores espirituais, mas será que muitas vezes se também fizermos uma investigação interna, não descobriremos as causas de nossos desalinhamentos? Se tivermos a coragem de resolver nossas barreiras, será que não alcançaríamos o que tanto que desejamos?

Somos feitos da mesma luz que muitas vezes buscamos, se estivermos no chão e necessitados de ajuda, não hesite em clamar auxílio, mas é hora de trabalharmos lado a lado na seara de Deus a fim de que o bem e a cura prospere entre todos nós encarnados.

Façamos a nossa investigação intima, e depois as mudanças necessárias, que por vezes vai ferir o ego e o orgulho, e se formos fortes para conseguirmos, veremos quantos milagres ocorrerão em nossas vidas.

Gratidão pela oportunidade, que Deus abençoe sempre.

Implantes Espirituais

Dia: 11/11/24

Horário: 20h

Local: Reunião espírita

Olá!

Espero encontrá-lo bem.  

Antes de relatar o que aconteceu durante a reunião de segunda-feira (11), quero recapitular os últimos acontecimentos.

Na última reunião do dia 04/11, durante meus exercícios, percebi que havia um chip em formato de “aranha” na minha cabeça. Fiquei um pouco chateado com a descoberta, era mais uma daquelas típicas situações de ego ferido.

Decidi estudar e refletir a respeito da situação, e em como remover esse tipo de implante espiritual, e descobri que poderia ser removida por um mentor durante uma reunião mediúnica. Imediatamente pedi para participar da antiga reunião que eu dirigia, da qual está sendo coordenada por outro médium, para que eu pudesse remover esse chip em segurança.

Com carinho e acolhimento me convidaram a participar da reunião do dia 11/11, e passar em consulta com eles.

Dia 11/11 – 20hs

O local da reunião mudou de endereço, ficou bem mais perto do meu trabalho, decidi ir andando para poder me desligar do dia cansativo, mas acabei confundindo as ruas e me atrasei alguns minutos. Quando cheguei, a reunião já havia começado.

Fiquei muito feliz em rever o pessoal, a energia estava ótima. O novo dirigente, Carlos, estava trabalhando muito bem. Que orgulho ver o quanto ele evoluiu em poucos meses!

Participei das preces iniciais, leitura e interpretação do evangelho para os presentes encarnados e desencarnados, após uma pequena pausa para mentalizarmos nossos mentores, iniciaram-se os atendimentos. Fiquei por último e tive a oportunidade de observar e participar dos trabalhos como médium, naquele momento percebi como estava me fazendo falta, não que as reuniões das quais eu faço os desenhos não sejam fantásticas, mas nada supera a experiência da prática.

Nota: Preciso esclarecer como está funcionando a minha clarividência ultimamente. Durante o meu dia a dia acredito que por conta do trabalho ela está em 10%, vejo pouco nesses momentos. Quando participo de reunião espírita sobre para 50% percebo tudo com maior clareza. No entanto, quando estou incorporando chega a uns 90%, minha percepção é a mesma do meu mentor, estando ali na sala ou em outros locais, a sensação é que tenho vários olhos direcionados para todos os pontos.

 A cada reunião uma equipe diferente de espíritos com experiência em um tema específico aparecem na reunião para trabalhar esse tema conosco. O tema da noite era “cura”, vi alguns espíritos de médico se aproximando do grupo de médiuns. E, enquanto eles atendiam os demais participantes, pude apreciar alguns conselhos “como deixar nossa mochila mais leve para essa jornada chamada: vida”

Então, cegou minha vez de ser atendido, me aproximei para receber meu passe, neste momento meu mentor se aproximou e começou a fazer contato mentalmente. Dei passagem para ele, para termos uma incorporação completa, fazia muito tempo que eu não incorporava (como senti falta disso), sempre descrevo que a sensação de estar em contato com a mente deles é: eu não tenho nenhum problema, tudo na vida faz parte de um grande aprendizado e não temos o que temer; pena que depois da incorporação volta o peso dos nossos medos rs.

Que sensação ótima estar em contato com ele, como a energia dele estava diferente, mais uma prova de que não paramos de evoluir tanto aqui quanto do outro lado. Após aquelas broncas rotineiras da nossa primeira troca mental durante a incorporação (que ele faz em conversa por pensamento entre ele e eu), começamos o processo de remoção do implante espiritual.

Nessa hora um dos médicos fez contato energético com Carlos, o dirigente do trabalho, sua mediunidade tem uma energia própria para a remoção desse tipo de artefato (lembrando que o Carlos não incorpora, então ele era intuído durante todo o processo de remoção), quando Carlos começou a colocar as mão sobre meu corpo para dar passes energéticos para a retirada do implante, meu mentor começou a orienta-lo em como ele deveria remover esse implante com segurança. E nesse momento, através dos olhos do meu mentor que vi que o implante não ficava apenas no topo da minha cabeça, mas também descia pela minha coluna, até o meio das minhas costas.

Enquanto o processo ia acontecendo, pude sentir no meu corpo físico todas as reações dos passes energéticos do Carlos, que transferia energia para os pontos do chip que precisariam ser removidos. Foi interessante ver como as “presilhas“ que prendiam os implantes ao meu corpo espiritual iam abrindo ao toque do Carlos. Após serem removidas todas as partes que compunham o implante espiritual, percebi que no meu corpo espiritual ficaram alguns “buracos” semelhantes a buraco de pregos que ficam na parede após removermos quadros.

Nota: O corpo espiritual é uma cópia exata do nosso corpo físico, onde se alojam todos os pensamentos e artefatos colocados por outros espíritos, e se permanecerem por algum tempo, são absorvidos pelo nosso corpo físico e acabem virando doenças.

No segundo momento do tratamento outro espírito de médico se conectou com a médium Fatima, que é uma trabalhadora da reunião com facilidade para trabalhar com cura. Fatima também não incorpora, mas através da intuição começou a trabalhar com uma espécie de gel de cor verde cintilante, que o médico espiritual estava colocando sob os buracos nas minhas costas. Em sincronicidade perfeita entre Fátima, e o médico espiritual, os buracos que antes existiam os chips iam fechando e meu corpo espiritual era restaurado. Durante todo processo de remoção e aplicação do gel, meu mentor que estava incorporado em mim, ia descrevendo as cenas que estavam acontecendo no mundo espiritual para facilitar o trabalho de todos.

Finalizamos o tratamento, a sensação de alivio foi instantânea!

Antes de encerramos a reunião daquele dia, meu mentor perguntou se teria um dia do mês disponível naquele espaço para que eu pudesse voltar a fazer o meu trabalho espiritual, e que se houvesse, ele iria conversar comigo a respeito dessa “volta”. O Dirigente disse “sim”. E, encerramos a reunião com um Pai nosso e a energia de gratidão e carinho.

Minha reflexão após a reunião: somos todos como um imenso relógio, cada qual uma engrenagem de extrema importância para o funcionamento do todo. Essa remoção não seria possível ser realizada dessa maneira se fosse apenas um. Que satisfação ver todos nós trabalhando em perfeita sintonia com a espiritualidade e os colegas da reunião.

No fim dessa reflexão meu mentor me joga mais uma frase, para eu levar para casa por conta de eu reclamar de voltar ao inicio – “Não existem atalhos para recomeços”

Vale a reflexão, realmente se queremos recomeçar, não devemos pular etapas. Agora minha lição de casa fica em compreender a responsabilidade de retomar um trabalho espiritual, e se estou pronto ou não para isso, pensarei com carinho a respeito de tudo.

Gratidão

Experiência com Desencarnados – Parte 01 de 03

Fala pessoal!

Fico muito agradecido pela ajuda ao escolher por qual texto começar. Foi interessante, pois o preferido por vocês é o melhor dessa série de 3 textos. A partir de hoje, irei publicar um por semana.

Há algum tempo sentia que precisava voltar a escrever, os sinais chegavam de forma clara, mas eu estava priorizando outras coisas em minha vida, acabei relegando, e não dando a devida importância.

Até que um dia, tatuei o Patrick Dadalto, eu sabia que seria uma conversa esclarecedora, e pude ter o prazer de confirmar. Patrick é um Ser humano impressionante, que faz um trabalho social com base no amor, do qual raramente tive a oportunidade de presenciar. Dono de um poder incrível: “coragem para fazer o que é preciso”.  Me fazendo lembrar que é tudo simples, basta ter coragem para fazer e entregar o seu melhor. Na grande maioria das vezes é um caminho árduo do qual precisamos abrir mão de muitas coisas, a recompensa invisível sempre chega nos preenchendo de uma satisfação plena.

Após nossa sessão, percebi a quanto tempo eu não estava entregando meu melhor a vocês, mesmo sabendo que eu podia mais. Fiquei com essa semente na cabeça, e no coração, até que uma amiga me pediu ajuda.

Ela havia perdido o pai há 3 meses, ainda sofria muito a perda e sentia um medo absurdo dele não estar bem. Foi neste momento que lembrei dessas 3 histórias, e contei à ela a experiência que eu havia tido em relação a desencarnes de parentes.

Eu tenho uma percepção diferente sobre o desencarne, por diversas situações que passei com a passagem de amigos, parentes e familiares. Já vi diversas coisas acontecerem com os recém desencarnados que até hoje me fazem refletir muito.

Sempre gosto de dizer que em nenhum momento estou querendo ser o dono da verdade, cada pessoa tem sua percepção e suas crenças, e eu não só respeito, como aprendo com todas. O meu intuído em escrever esses textos foram o de compartilhar minha experiência, para que possamos refletir juntos, cada um com sua bagagem de vida e experiências.

Essa história aconteceu a muitos anos atrás, durante uma reunião que eu fazia aos sábados, na zona norte de são Paulo.

Nosso grupo tinham 10 pessoas, e iniciávamos sempre as 10:00h da manhã, nesse dia em especial um dos participantes quis levar sua mãe, pois ela estava com problemas para dormir e com muita ansiedade. Tanto ela como o resto da família eram espíritas há longos anos, e sempre buscavam uma palavra de conforto e aprendizado.

Iniciamos com a a leitura do evangelho e o Pai Nosso, os atendimentos iam seguindo na normalidade, passes e leituras edificantes.

Quando chegou a hora da Sra. Leila, percebi através da clarividência, a aproximação de um homem que estava visivelmente impaciente. Eu tentava conversar com ele, mas ele só ficava repetindo a mesma coisa. Passei as características físicas e percebi que era o marido dela já falecido há algum tempo.

A relação dos espíritos em como eles aparecem para nós, como e quando eles irão se apresentar,  variam muito, nunca é um padrão. Minha mãe que eu sempre achei uma pessoa  esclarecida, apareceu para mim uma ano após o desencarne e ainda estava com traços da doença no corpo. Minha tia zanzou por quase um ano até conseguir se despedir e seguir. Meu tio, que fez agora um ano que desencarnou, ainda esta tentando entender o que aconteceu e ainda vai demorar muito pelo jeito. Cada caso varia de acordo com a mentalidade e apego da pessoa em vida. O apego a qualquer tipo de coisa nos mantém  em sintonia mais baixa.

Esse espírito olhou bem nos meus olhos e disse: “fala pra ela que não é do jeito que a gente achava que era.” Ele só falava isso, olhava para mim, e para a Sra. Leila, e repetia.

A Sra. Leila estava aflita e ansiosa em saber o que o falecido marido queria tanto falar. Eu expliquei para ela o que ele havia dito e ele se foi, assim encerramos a reunião. E todos foram embora refletindo nessas palavras.

Esse é o relato do desencarne de um espírita, os próximos textos serão de um católico e um evangélico, dos quais tem muita semelhança entre eles.

“Não é do jeito que a gente achava que era”. Sempre me pego refletindo sobre isso, em varias etapas da minha vida. Será que achamos que fazemos muito, por ir ao templo, igreja ou centro uma vez por semana? Será que fazemos muito por ser honesto? Será que as vezes a gente não poderia fazer mais pelos que nos acompanham nesta caminhada?

Cada um de nós nasceu com um dom, seja qual for ele, viemos também em um local em que temos que usar. Para fazer aquele algo mais, pode ser de grande satisfação de alma, e muitas vezes eliminar a tristeza que nos permeia ainda em vida.

Consigo ver a frase dele também de outra forma: “amor, ainda da tempo de fazer diferente”.

Esse é o convite que faço a todos, refletir essa luz. O que estamos fazendo é suficiente para nós, ou sabemos la no fundo que podemos abrir mão de algumas coisas supérfluas e nos entregar mais a quem precisa?

Agradeço as esses dois anjos que apareceram para mim, no momento certo, e me mostraram que eu podia fazer mais. E, por mais difícil que seja as vezes escrever de madrugada e passar por situações difíceis para poder perceber essas histórias, eu também experimento um sentimento de gratidão imensa.

Que Deus abençoe a todos vocês, sempre.

Continuarei com esse tema nos próximos textos.

Gratidão.

Me ajudem a escolher o tema do próximo relato?

Fala pessoal!
Amanhã vou escrever um texto novo, tenho vários relatos para compartilhar com vocês, mas para começar essa nova leva, estou na dúvida entre dois. Quais desses vocês preferem que eu comece?


1 – Um filho que me pediu a possibilidade de ver através do desdobramento como estava a sua mãe recém desencarnada.


2 – Uma visita que recebi durante a reunião que fará todos refletirem muito.

Deixe aí nos comentários sua escolha.
Por qual devo começar?

Gratidão! 💫

Não tenha medo, é sempre tempo de recomeçar!

Queridos amigos, esse texto é uma referencia aos últimos acontecimentos de ordem espiritual que tem rondado minha vida.

Há um tempo venho coordenando minhas reuniões espiritualistas, mas de uns dias pra cá venho recebendo um chamado interno para a minha verdadeira vocação espiritual. Ajudar relatando minhas experiências, e com as experiências de quem eu convivo, porém de uma nova perspectiva. Seria como ver a mesma coisa sob um prisma diferente, mais leve, sem julgamentos, e de forma espiritualizada.

Eu achava que meu caminho seria o de coordenar reuniões, auxiliar as pessoas pessoalmente, e quando isso começou a falhar, me senti culpado por não entregar aquilo que eu julgava o certo.

Voltei a psicografar em algumas segundas-feiras, as primeiras tentativas de retomar essa função foram desastrosas, me colocando ainda mais para baixo. Foram se passando as semanas e de forma pacata meus amigos vieram me passando textos de reflexão. Estranho psicografar textos para que você mesmo possa refletir sobre seu caminho, textos que entraram como semente na terra, e germinaram em poucas semanas.

Eu estava decidido! Não coordenaria mais as reuniões e só ficaria responsável pelos textos, o choque foi geral, muitos não entenderam, mas apesar de tudo pude sentir uma paz inebriante que tomava conta do meu ser, não havia mais disputa era simplesmente hora de seguir.

Engraçado que há um ano atrás, houve um ocorrido que só hoje fez sentido pra mim. Durante uma das reuniões, nos últimos minutos meu mentor veio e me destituiu do cargo de dirigente, pedindo para eu treinar outra pessoa, para assumir o meu lugar.

 Não vou negar que fiquei muito chateado na hora e por várias semanas, pensava constantemente: “a espiritualidade não tem tempo para perder, se eu estou sendo desligado do trabalho é por que algo vai acontecer”.

 É uma tendência nossa pensar sempre em algo negativo, eu rapidamente fui tomado pelo pensamento de que eu iria morrer (chega ser até engraçado ler isso hoje), e por isso eles precisariam de outro em meu lugar, esse pensamento me perseguiu por muito tempo.

Até ser substituído por outro! Eu pensava: “aaah… entendi, é por que agora vou começar a viajar muito, por conta da profissão e não conseguirei conciliar”. Estava enganado, a reposta viria somente agora. 

Era hora de eu voltar ao meu caminho, hoje tenho essa maturidade para entender e enfrentar os desdobramentos de minhas escolhas. Me sinto mais forte, mais calmo, mais consciente, e preparado. Gratidão a Deus pelas coisas serem no Seu Tempo e não no meu.

Como todo processo de reencontro com nossa missão, devemos passar por algumas etapas. A primeira etapa: desconstrução, talvez a mais penosa e difícil, pois a percebemos quando fazemos nossas tarefas e tudo parece ir contra a correnteza da vida, sentimos que erramos mais do que acertamos. Nessa fase a persistência em manter o mesmo padrão começa a nos causar dor, algumas vezes é necessário, pois nosso ego não nos permite reconhecer que talvez tenhamos errado em algumas decisões.  A permanecia no erro nos é avisada pela dor e ausência de paz no coração. Mas Deus, em sua infinita bondade, permite que a cada minuto possamos fazer a retomada de nosso caminho.

A próxima etapa se refere a: reconstrução desse caminho. Ele é árduo e depende muito da nossa humildade em reconhecer erros que muitas vezes nos foram impostos por outros ou até pela sociedade. A nossa felicidade depende apenas de nós, a seu tempo e sua forma. Nessa reconstrução muitas vezes é preciso que visitemos a nossa essência esquecida e lembremos dos alicerces de nossa construção interna.

Aquela dúvida que tu carregas no seu entorno encontra resposta no seu âmago. Tu tens a resposta que tanto desejas. Mas eu sei minha filha, dói demais olhar para dentro e ver quantas coisas perdemos por escutar os outros. Mas não te abales. É sempre tempo de recomeçar. Recomeças de onde tu estas e com o que tens. Deus não desampara nunca! Começa hoje tua marcha de volta a ti mesmo. E Deus colocará os anjos, ou mentores em teu caminho.

É nessa fase que me encontro hoje aqui escrevendo para vocês.

Desci achando que meu caminho era um, e quando ficou insustentável permanecer lá, dei meu primeiro passo para o reencontro de mim mesmo. E olha só qual não foi minha surpresa, encontrei meus velhos amigos e companheiros me aguardando de braços abertos e ansiosos para retomar o trabalho. Sem julgamentos ou repreensões.

Afinal, quem de nós encarnados ou desencarnados podemos nos erguer e dizer: “eu transitei por esse mundo e não errei”.

Começar hoje é melhor do que amanhã. Pensais sempre: “é aqui que devo estar? Se todos dizem que é certo por que o vazio ainda assola meu peito?”. Já era dito há tempos “Ajuda-te e o Céu te ajudará”.

Fica aqui essa reflexão que já rondou meu caminho muitas vezes:

Só o amor liberta. Só o amor tranquiliza e trás paz.


Que Deus Abençoe a todos, e que vocês se sintam confortados. Tudo é importante! A dificuldade amadurece a carne, e forja o espírito para receber a luz que resplandece o amor.

Gratidão.