Experiência com Desencarnados – Parte 01 de 03

Fala pessoal!

Fico muito agradecido pela ajuda ao escolher por qual texto começar. Foi interessante, pois o preferido por vocês é o melhor dessa série de 3 textos. A partir de hoje, irei publicar um por semana.

Há algum tempo sentia que precisava voltar a escrever, os sinais chegavam de forma clara, mas eu estava priorizando outras coisas em minha vida, acabei relegando, e não dando a devida importância.

Até que um dia, tatuei o Patrick Dadalto, eu sabia que seria uma conversa esclarecedora, e pude ter o prazer de confirmar. Patrick é um Ser humano impressionante, que faz um trabalho social com base no amor, do qual raramente tive a oportunidade de presenciar. Dono de um poder incrível: “coragem para fazer o que é preciso”.  Me fazendo lembrar que é tudo simples, basta ter coragem para fazer e entregar o seu melhor. Na grande maioria das vezes é um caminho árduo do qual precisamos abrir mão de muitas coisas, a recompensa invisível sempre chega nos preenchendo de uma satisfação plena.

Após nossa sessão, percebi a quanto tempo eu não estava entregando meu melhor a vocês, mesmo sabendo que eu podia mais. Fiquei com essa semente na cabeça, e no coração, até que uma amiga me pediu ajuda.

Ela havia perdido o pai há 3 meses, ainda sofria muito a perda e sentia um medo absurdo dele não estar bem. Foi neste momento que lembrei dessas 3 histórias, e contei à ela a experiência que eu havia tido em relação a desencarnes de parentes.

Eu tenho uma percepção diferente sobre o desencarne, por diversas situações que passei com a passagem de amigos, parentes e familiares. Já vi diversas coisas acontecerem com os recém desencarnados que até hoje me fazem refletir muito.

Sempre gosto de dizer que em nenhum momento estou querendo ser o dono da verdade, cada pessoa tem sua percepção e suas crenças, e eu não só respeito, como aprendo com todas. O meu intuído em escrever esses textos foram o de compartilhar minha experiência, para que possamos refletir juntos, cada um com sua bagagem de vida e experiências.

Essa história aconteceu a muitos anos atrás, durante uma reunião que eu fazia aos sábados, na zona norte de são Paulo.

Nosso grupo tinham 10 pessoas, e iniciávamos sempre as 10:00h da manhã, nesse dia em especial um dos participantes quis levar sua mãe, pois ela estava com problemas para dormir e com muita ansiedade. Tanto ela como o resto da família eram espíritas há longos anos, e sempre buscavam uma palavra de conforto e aprendizado.

Iniciamos com a a leitura do evangelho e o Pai Nosso, os atendimentos iam seguindo na normalidade, passes e leituras edificantes.

Quando chegou a hora da Sra. Leila, percebi através da clarividência, a aproximação de um homem que estava visivelmente impaciente. Eu tentava conversar com ele, mas ele só ficava repetindo a mesma coisa. Passei as características físicas e percebi que era o marido dela já falecido há algum tempo.

A relação dos espíritos em como eles aparecem para nós, como e quando eles irão se apresentar,  variam muito, nunca é um padrão. Minha mãe que eu sempre achei uma pessoa  esclarecida, apareceu para mim uma ano após o desencarne e ainda estava com traços da doença no corpo. Minha tia zanzou por quase um ano até conseguir se despedir e seguir. Meu tio, que fez agora um ano que desencarnou, ainda esta tentando entender o que aconteceu e ainda vai demorar muito pelo jeito. Cada caso varia de acordo com a mentalidade e apego da pessoa em vida. O apego a qualquer tipo de coisa nos mantém  em sintonia mais baixa.

Esse espírito olhou bem nos meus olhos e disse: “fala pra ela que não é do jeito que a gente achava que era.” Ele só falava isso, olhava para mim, e para a Sra. Leila, e repetia.

A Sra. Leila estava aflita e ansiosa em saber o que o falecido marido queria tanto falar. Eu expliquei para ela o que ele havia dito e ele se foi, assim encerramos a reunião. E todos foram embora refletindo nessas palavras.

Esse é o relato do desencarne de um espírita, os próximos textos serão de um católico e um evangélico, dos quais tem muita semelhança entre eles.

“Não é do jeito que a gente achava que era”. Sempre me pego refletindo sobre isso, em varias etapas da minha vida. Será que achamos que fazemos muito, por ir ao templo, igreja ou centro uma vez por semana? Será que fazemos muito por ser honesto? Será que as vezes a gente não poderia fazer mais pelos que nos acompanham nesta caminhada?

Cada um de nós nasceu com um dom, seja qual for ele, viemos também em um local em que temos que usar. Para fazer aquele algo mais, pode ser de grande satisfação de alma, e muitas vezes eliminar a tristeza que nos permeia ainda em vida.

Consigo ver a frase dele também de outra forma: “amor, ainda da tempo de fazer diferente”.

Esse é o convite que faço a todos, refletir essa luz. O que estamos fazendo é suficiente para nós, ou sabemos la no fundo que podemos abrir mão de algumas coisas supérfluas e nos entregar mais a quem precisa?

Agradeço as esses dois anjos que apareceram para mim, no momento certo, e me mostraram que eu podia fazer mais. E, por mais difícil que seja as vezes escrever de madrugada e passar por situações difíceis para poder perceber essas histórias, eu também experimento um sentimento de gratidão imensa.

Que Deus abençoe a todos vocês, sempre.

Continuarei com esse tema nos próximos textos.

Gratidão.

Me ajudem a escolher o tema do próximo relato?

Fala pessoal!
Amanhã vou escrever um texto novo, tenho vários relatos para compartilhar com vocês, mas para começar essa nova leva, estou na dúvida entre dois. Quais desses vocês preferem que eu comece?


1 – Um filho que me pediu a possibilidade de ver através do desdobramento como estava a sua mãe recém desencarnada.


2 – Uma visita que recebi durante a reunião que fará todos refletirem muito.

Deixe aí nos comentários sua escolha.
Por qual devo começar?

Gratidão! 💫